Next
Previous
domingo, 16 de agosto de 2015
-Funcionamento psíquico
primitivo.
-Freud atendeu adultos e
deduziu sobre crianças.
-Melanie Klein é a mãe da
Psicanálise de crianças.
-Criou a técnica do brincar,
onde a criança expõe fantasias e angústias.
-Utiliza linguagem
anatômica/visceral para explicar o psíquico, para dar concretude a algo subjetivo.
-Criança possui ego muito
primitivo.
-Foi salva pela Psicanálise,
após uma vida difícil (de lutos). Teve 3 filhos e dificuldades de ser mãe. A
teoria foi elaborada através da dificuldade, como uma saída.
-O ser humano é submetido a
forças (bebê com fome).
-Ansiedade desde o nascimento.
Se não superar as dificuldades iniciais, não fortalece o ego.
-Inicialmente, o bebê projeta
agressividade (distorce o objeto externo) e reintrojeta o objeto distorcido
(desenvolvimento psíquico).
-Externo influencia, mas o
predominante é a realidade interna.
-Existe a questão inata: uns
lidam melhor com a frustração, outros não.
-Bebê: capacidade de
experimentar gratidão, inveja, avidez.
-Melanie Klein se considerava “filha”
de Freud por não discordar dos conceitos (apenas antecipou alguns).
-Psicótico não tem contato com
a realidade, vive na fantasia.
-Inicialmente o bebê tem um
funcionamento psicótico e depois tem a chance de ser neurótico.
-Neurótico: vê o bom e o mau
no mesmo objeto.
-Psicótico: vê o bom e o mau
cindidos (separados).
-Gratificado: internaliza o
objeto bom.
-Frustrado: internaliza o
objeto mau.
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Resumo da aula de PSS (10/08)
Postado em Práticas sociais e subjetividade
-Observar e registrar
fenômenos da realidade.
-Desenvolver observação e
escuta.
-Buscar referenciais teóricos.
-Estágio: 40 horas totais (20 horas de observação e 20 horas de
registros, levantamento bibliográfico, elaboração do relatório final e
apresentação).
Avaliação:
-Cumprimento do estágio: 0 a
3,0.
-Apresentação: 0 a 2,0.
-Prova: 0 a 2,0.
-Trabalho escrito: 0 a 3,0.
-O trabalho final será
desenvolvido no decorrer das aulas.
-Grupo de 5 pessoas.
-Fenômeno deve ser diferente
do semestre anterior.
-Deveremos buscar nas mídias
sobre o fenômeno (faz parte do referencial teórico).
-Encontrar uma teoria (não
necessariamente psicológica) que elucide o fenômeno.
-Relatórios semanais devem ser
preferencialmente digitados.
Resumo da aula de POT (06/08)
Postado em Psicologia organizacional e do trabalho
Atividade
para a próxima aula:
-Refletir sobre o que está
acontecendo no mercado de trabalho em geral e em relação à Psicologia.
-Não é preciso entregar
trabalho escrito.
sábado, 4 de julho de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Resumão: psicologia Comunitária
Postado em Psicologia Comunitária
Psicologia Comunitária – NP2
Histórias das políticas
públicas no Brasil.
-Família: políticas de
atendimento.
-Direitos: sociedade feudal
para estado-nação.
-Revolução francesa:
liberdade, igualdade e fraternidade).
- Revolução francesa
influenciou no Brasil (ideais).
-Século XVIII: Era dos
direitos civis (leis - igualdade entre as pessoas).
- Discussão sobre direitos
sociais avançou muito na Europa.
-Século XIX: Direitos
políticos (classe trabalhadora) / direitos sociais.
No Brasil
No Brasil
-Década de 30: interação do
Estado nas relações do trabalho.
-Assistência social: mais
ligada a filantropia / igreja do que ao estado.
- A igreja fazia trabalho
com os pobres (classe trabalhadora) - ricos doavam para ir ao céu.
-1937: Estado Novo.
- Estado Novo: avanço na participação
do estado - INPS, caixas de seguridade (saúde - tinha direito se fosse
registrado em carteira, se não, se beneficiavam dos recursos da
filantropia).
-1985-1990: Nova República.
-Nova República: SUS (todos
têm direito à saúde).
-1988: LOAS, SUAS, CREAS,
CRAS.
- LOAS: Lei Orgânica da
Assistência Social (determina organização do SUAS -SUS-, que se materializa nos
serviços do CRAS e CREAS (trabalho em rede - CAPS, AMAs, UBS, ONGs).
Constituição 1988: constituição cidadã, que sai da filantropia e passa ao
direito.
-Cidadania: usufruir dos
direitos políticos, civis e sociais.
LOAS (1988) - SUAS (1993)
LOAS (1988) - SUAS (1993)
-SUAS: Proteção básica e
proteção social especial.
-SUAS trabalha com a
proteção básica e social especial (só se materializou em 2004 - PNAS 》CRAS, CREAS). LOAS: trabalho em rede.
-LOAS: Previdência social,
saúde e assistência social.
--LOAS: Assistência Social
como política pública (rompe com a lógica do assistencialismo / é fruto da
reivindicação social).
-LOAS é inovador, quando:
1) Diferencia do
assistencialismo.
2) Política de seguridade
social voltada para os setores mais vulneráveis da sociedade.
3) Estado: centralidade no
atendimento. Estado: 3 instâncias controlam (estado, município e federal).
4) Sistema descentralização
de gestão e participativo (estado e sociedade civil).
-Estado: federal, municipal
e estadual.
-PNAS: Política Nacional de
Assistência Social (2004).
-Funções: inserção,
prevenção, promoção e proteção.
-Política de inclusão.
Base organização:
1) Família.
2) Descentralização
político-administrativa.
3) Destinação orçamentária
(fundo - 3 esferas do governo). Fundo sustenta as ações LOAS, CRAS, CREAS 》PNAS. RH: legislação específica do
funcionalismo público (concursados - quem trabalha com políticas públicas).
4) Estado dividido:
informação.
5) Políticas de RH.
-Trabalho em
territorialização: CRAS em cada município/ bairro para identificar
necessidades do grupo / trabalho em rede / desenvolver projetos específicos).
PNAS 》SUAS 》CRAS/CREAS.
-CRAS: família. Atende o
indivíduo dentro da família (vínculos familiares não foram cortados). Possui um
psicólogo, um assistente social e um gestor.
-CREAS: indivíduos em
situação de alta vulnerabilidade (serviços de abrigamento/acolhimento). Quando
já perderam vínculos familiares, em risco, alta vulnerabilidade social.
-Análise genealógica do
social: conceito construído a partir de jogos de força (Foucault) -
acontecimento; alguém exerce poder sobre o outro e o outro legitima (relações
de poder unilateral que se alterna).
-Todas as relações são de
poder (exceto as de violência).
-Acontecimentos: a todo
momento / alguns pegamos e reproduzimos / legitimado nas relações de poder /
fator ao acaso que legitimamos e reproduzimos.
2 momentos (século XVIII):
-Primeira configuração:
assistência a quem não pode trabalhar – preocupação com crianças, deficientes e
idosos. Assistencialismo (momentâneo).
-Segunda configuração:
ascensão da burguesia/capitalismo – revolução por insatisfação – governantes
estudam o comportamento das pessoas para descobrir a melhor maneira de dominar
sem perceber.
-Ordem social e social como
objeto de estudo (sociologia, antropologia, psicologia, ciências humanas,
medicina). O capitalismo produz o social. Conceito “social” surge quando a
sociedade não consegue lidar sozinha com algumas questões.
-Social busca a Psicologia.
-Foucault: Psicologia é um
instrumento de controle, serve a sociedade dominante, produz técnicas que não
são a favor de todos os indivíduos.
-Periculosidade: se baseia
em estereótipos.
-Pessoas perigosas são
cuidados pela segurança pública, não pela assistência. Assistência trabalha com
pessoas que estão em perigo (vulneráveis – tendência a serem perigosas).
-Ainda tentamos controlar
essas pessoas que, de alguma forma, vivem diferente?
-Assistência está entre o
“coitado” e o que “tem direito” (campo de tensão).
-Psicólogo pode aproveitar
certas ocasiões para problematizar, ao invés de apenas reproduzir
comportamentos.
-Objetivo de diminuir a
desigualdade social.
-Modelo ainda em construção
(trabalha como assistente social).
-Psicólogo comunitário tem
como objetivo: emancipação dos sujeitos e diminuição da desigualdade.
domingo, 24 de maio de 2015
Resumão: CHO
Postado em Comportamento humano nas organizações
Comportamento humano nas organizações – NP2
Comunicação e liderança
-Usar feedback ajuda melhorar a comunicação.
-Comunicação: ação comum (duas ou mais pessoas).
-Problemas: ruídos (qualquer coisa que distrai ou atrapalha a atenção /
palavra chega distorcida), filtragem (mensagem chega em partes - receptor -
filtro o que é interessante para mim) e bloqueio (mensagem não chega, é
bloqueada).
Como melhorar o feedback:
-Saber ouvir: estar presente no que a pessoa disse.
-Empatia: se colocar no lugar do outro para ter comunicação adequada.
-Linguagem.
-Evitar gírias/palavras técnicas.
-Verbal X não verbal.
-Usar o feedback (retroalimentação).
-Descritivo ao invés de avaliativo (julgamento).
-Específico ao invés de geral (generalizar).
-Direto.
-Oportuno (no momento atual - mais próximo ao comportamento).
-Solicitado (pessoa está aberta a ouvir).
Liderança
Chefia X liderança
-Líder entende o que o grupo pensa para saber como motivar / capacidade
de influenciar pessoas em torno de um objetivo.
-Chefe tem um cargo (hierarquia) de comando.
-É nata? Não. O líder influencia pessoas / capacidade que pode ser
desenvolvida.
-Características pessoais universais? Não.
-Situacional: podemos influenciar em determinadas situações.
-Comunicativo, poder, flexível, empatia, carismático.
Estilo:
-Autocrático: o que, como e quando fazer.
-Democrático: desenvolver relacionamento com as pessoas /
criatividade.
-Laissez faire (liberal): se preocupa com o resultado (metodologia
depende da pessoa / nível de maturidade alto).
Hersey e Blanchard
Autocrático 》democrático 》liberal.
Tipos de poder
-Coercitivo: punição, ameaça, advertência, demissão, olhar reprovador,
reforçador negativo.
-Recompensa: reforçador positivo, aumento, promoção, elogio.
-Especialização: conhecimento ou habilidade que influencia os
outros.
-Poder legítimo: cargo que o indivíduo ocupa dentro da empresa.
-Referência: características pessoais que influenciam as pessoas.
Conflito
-Wagner e Hollenbeck.
-Divergência entre as partes.
-Pode ser positivo (resultado construtivo para ambos).
-Má administração: negativo.
-Níveis: intrapsíquico (consigo mesmo), interpessoal (entre pessoas),
intragrupal (dentro de um grupo), intergrupal (vários grupos).
Formas de administração do conflito:
-Competição: sobreposição da opinião do outro.
-Acomodação: cede a opinião do outro.
-Abstenção: não enfrenta/administra de maneira adequada / evita.
-Colaboração: inovação / divergência convergida para uma concordância
(consenso).
-Transigência: resultado não é totalmente satisfatório para as partes
(parcialmente / geralmente tem um mediador).
Trabalho em equipe
Grupo X equipe: Wagner e Hollenbeck.
-Grupo: duas ou mais pessoas reunidas em torno de um objetivo.
-Transitamos por vários grupos permanentes (família, amigos).
-Equipe: grupo com dois componentes que diferenciam:
1. Vínculo emocional: relação de interdependência (todo contido nas partes).
2. Senso de identidade: identificação enquanto membro da equipe.
1. Vínculo emocional: relação de interdependência (todo contido nas partes).
2. Senso de identidade: identificação enquanto membro da equipe.
-Temos uma cultura individualista.
-O conceito de equipe vem do modelo japonês (multifuncionalidade).
Pontos positivos da equipe:
-Cada equipe de trabalho é uma subcultura.
-Geração de ideias maior.
-Comprometimento.
-Facilita o trabalho do supervisor (equipe caminha sozinha).
-Cada líder tem potenciais diferentes (individual em prol da equipe).
-Relativiza erros do indivíduo.
Pontos negativos da equipe
-Grupo fechado / sem troca de informações.
-Divergência de ideias.
-Cultura do consenso (todos pensarem igual).
-Resistência em relação ao gestor.
-Radicalização das decisões do grupo.
-Nem sempre podemos confiar na decisão da equipe.
-Ambiente, stress, divisão de tarefas podem prejudicar o
desempenho.
Cultura organizacional
-Schein: pressupostos básicos que um grupo desenvolveu, percebeu sucesso
na integração interna e externa e replica para os novos integrantes.
Três níveis de cultura:
-Artificialidades observáveis: observável a olho nu / superficial.
-Valores: não observa a olho nu / utiliza instrumentos ou técnicas para
verificar (entrevista).
-Pressupostos básicos: Como pensam, sentem e se comportam (prática).
Elementos da cultura
1. Valores: posso mudar. Pressupostos básicos ou
crenças não mudam.
2. Ritos: passagem de um estado para outro.
Sempre acontece.
3. Cerimônia: evento formalizado.
4. História: guardião das culturas (quem conhece
a história, os valores e reproduz).
5. Mito: verdade inabalável, ninguém questiona.
6. Tabus: proibições. Podem ser explícitos ou
implícitos.
7. Normas: implícita ou explícita. Como a pessoa
deve se conduzir.
8. Heróis: qualquer pessoa que salve de uma
ameaça.
9. Processo de comunicação: observável a olho nu.
Maior formalidade ou informalidade.
10. Símbolos: o ser humano é simbólico. Na empresa, o logotipo, as
cores, crachás com cores para designar níveis hierárquicos, vestimenta, layout
do ambiente.
Assinar:
Postagens (Atom)
Páginas
Trabalho de PPP
II – Métodos
-Sujeitos: quem? Quantos? Onde? Por que? Função; faixa etária; gênero; escolaridade; sócio econômico.
-Instrumentos (coleta de dados e análise de dados): indicar/justificar o instrumento (que tipo de entrevista? Por que entrevista? Segundo quem? Por que observação? Análise de dados por análise de conteúdo); descrever os procedimentos. O roteiro da entrevista deve estar pronto.
-Ressalvas éticas: quais os cuidados éticos?
-Aparatos: materiais utilizados na entrevista e na análise (não entra o roteiro de entrevista, este será citado nos instrumentos da coleta de dados) – gravador, software, caderno de campo etc.
-Cronograma: resultados, discussão e conclusão.
Postagens
- novembro (2)
- outubro (3)
- setembro (2)
- agosto (3)
- julho (1)
- maio (6)
- abril (1)
- março (3)
- fevereiro (2)
- janeiro (1)
- novembro (8)
- outubro (20)
- setembro (3)
- agosto (9)
- julho (1)
- maio (14)
- abril (20)
- março (10)
- fevereiro (8)
- janeiro (1)
- novembro (20)
- outubro (1)
- setembro (17)
- agosto (9)
- julho (1)
- junho (1)
- maio (10)
- abril (13)
- março (13)
- fevereiro (11)
- janeiro (1)
- novembro (14)
- outubro (18)
- setembro (23)
- agosto (24)
- maio (16)
- abril (9)
- março (28)
- fevereiro (26)
Marcadores
- 5º semestre
- 6º semestre
- 7º semestre
- 8º semestre
- 9º semestre
- Abordagens humanistas em Psicologia
- Ações sociais junto à criança
- ao adolescente e à terceira idade
- Comportamento humano nas organizações
- Desdobramentos da teoria Psicanalítica
- Dicas
- Direito da criança do adolescente e estatuto do idoso
- Educação inclusiva
- Ética profissional
- Filosofia comunicação e ética
- Fisiologia
- LIBRAS
- Métodos de pesquisa
- Neurofisiologia
- Pesquisa de campo em Psicologia
- Práticas sociais e subjetividade
- Processos Grupais
- Projeto de pesquisa em Psicologia
- Psicodiagnóstico
- Psicologia Cognitiva
- Psicologia Comportamental
- Psicologia Comunitária
- Psicologia Construtivista
- Psicologia do Cotidiano
- Psicologia e Políticas Públicas
- Psicologia escolar
- Psicologia Fenomenológica
- Psicologia Geral Experimental
- Psicologia integrada
- Psicologia Jurídica
- Psicologia organizacional e do trabalho
- Psicologia social
- Psicologia Sócio-Interacionista
- Psicometria
- Psicopatologia especial
- Psicopatologia geral
- Relações étnico-raciais no Brasil
- Técnicas de entrevista e observação
- Temas em Psicologia Social
- Temáticas de Pesquisa em Psicologia
- Teoria Psicanalítica
Visualizações
Tecnologia do Blogger.











