sábado, 27 de agosto de 2016
ago
2016
27
-Terapia
cognitiva é uma teoria breve (a
curto prazo): foca os problemas e se encerra quando eles acabam. Não
necessariamente durará poucos dias. Inicialmente foca na redução de sintoma.
-Abordagem estruturada: as sessões são
estruturadas, há um roteiro a ser seguido. Não é aleatório, existe um plano.
-É diretiva: orientada em problema e
direcionada a um foco. É feita uma verificação de humor e ponte com a sessão
anterior.
-É presente: trabalha com o atual. Se
aconteceu no passado, trabalha em como isto afeta o presente.
-Tem prazo limitado: vai acabar quando
os problemas forem resolvidos e as metas alcançadas. Na medida que trabalha a
causa, reduz o sintoma.
-Trata
uma variedade de sintomas psiquiátricos.
-É
fundamentada na racionalidade teórica subjacente: afeto, comportamentos determinados
pela percepção.
-O
sentimento não é derivado do acontecimento, mas sim da interpretação que a
pessoa teve do acontecimento. De outro modo não haveria escolha, seria igual
para todos, o que não é real.
-Base da teoria: humor e comportamento
são derivados do nosso pensamento.
-A
pessoa só fica triste quando percebe e interpreta que determinada situação a
deixa triste.
-Cognições
baseiam esquemas desenvolvidos a partir de experiências anteriores.
-A
teoria ajuda a pensar e agir de forma mais realística/adaptativa (se adaptar
melhor ao contexto). Com isso, os problemas e sintomas são reduzidos.
Primeiras
etapas cognitivo-comportamentais
-Década
de 1960.
-1970:
primeiros textos importantes (pesquisas em universidades) sobre “modificações cognitivo-comportamentais”.
-No
período intermediário ocorre um interesse pela cognição, portanto, uma
aplicação para a teoria cognitiva.
-Mahoney
(1977) observou a Psicologia geral passando pela revolução cognitiva (cérebro
como um computador), mesmo foco teórico sendo aplicado na Psicologia clínica.
-Diferentes
teóricos/profissionais introduziram interesses/perspectivas. Um contribuindo
com o outro na teoria nova (chamou atenção do mundo e ganhou força).
-Gerou
um grande número de modelos para mudar cognição é comportamento. A Psicologia
comportamental mudava o comportamento pelo próprio comportamento, mas isto
começou a apresentar lacunas. Vários teóricos diferentes, várias linhas de TCC
(teoria cognitvo-comportamental) diferentes.
3 premissas fundamentais para que a
teoria seja TCC
1.
Cognição afeta comportamento: é a reafirmação do modelo mediacional
básico – uso da cognição para mediar acontecimento e sentimento (Mahoney,
1974). O aumento de evidências de avaliações cognitivas de eventos afeta a
resposta. Essa mudança tem valor clínico. É preciso avaliar a cognição/pensamento
para resposta clínica.
2.
Cognição pode ser monitorada e
alterada:
inconsciente não existe, podemos acessar a atividade cognitiva. Cognição é conhecida
e acessada. Avaliação da cognição é o prelúdio, início, para alteração.
3.
Mudança comportamental e cognitiva
desejada é efetuada pela mudança cognitiva: adoção do modelo mediacional. Aceita contingências
de reforço explícito que altera comportamento (eventos externos).
-Os modelos iniciais: modificavam
comportamentos e cognições, almejando uma mudança comportamental.
-Os modelos contemporâneos: TCC
concentram tratamento de cognições, mudança comportamental vem depois, como uma
consequência automática.
O
que constitui uma TCC?
-Abordagens
ideia ocorrência processos internos (cognição), eventos cognitivos podem mediar
mudança cognitiva. Mudanças fisiológicas emocionais também são indicadores,
particularmente quando perturbação (fisiológica, emocional), manifestação
importante problema enfocado na terapia (transtorno ansioso,
psicofisiológicas).
3
principais classes de TCC
1. Habilidade de enfrentamento
Externa,
perceber o externo de forma diferente. Habilidade para enfrentar o ambiente
externo.
2. Resolução de problemas
Técnica
de reestruturação cognitiva e habilidade de enfrentamento. Maneira prática de
resolver o problema.
3. Reestruturação cognitiva
Mudança
resulta de perturbação que cria no pensamento, altera, modifica. Reforma no
pensamento.
-Todas
voltadas para diferentes graus, modificações cognitivas, não comportamental.
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Trabalho de PPP
II – Métodos
-Sujeitos: quem? Quantos? Onde? Por que? Função; faixa etária; gênero; escolaridade; sócio econômico.
-Instrumentos (coleta de dados e análise de dados): indicar/justificar o instrumento (que tipo de entrevista? Por que entrevista? Segundo quem? Por que observação? Análise de dados por análise de conteúdo); descrever os procedimentos. O roteiro da entrevista deve estar pronto.
-Ressalvas éticas: quais os cuidados éticos?
-Aparatos: materiais utilizados na entrevista e na análise (não entra o roteiro de entrevista, este será citado nos instrumentos da coleta de dados) – gravador, software, caderno de campo etc.
-Cronograma: resultados, discussão e conclusão.
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