sábado, 7 de novembro de 2015
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2015
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-Quando o bebê nasce, o cuidado é físico/concreto. Depois
ele pode se sentir seguro.
-Existe uma tendência inata para o desenvolvimento, o
ambiente é fundamental para facilitar ou dificultar. O primeiro ambiente é a
mãe.
-O terapeuta também é um bom ambiente e estabelece
cuidados.
-Saúde é maturidade. Exemplo: criança de 7 anos com maturidade
de 7 anos.
-A princípio é um olhar para a vida, existe uma
agressividade inata que precisa dar o impulso a vida, se não, pode levar a
destruição.
-Tem um olhar voltado para riquezas do indivíduo
(psíquicas), para os potenciais.
-Não trabalha como reparação (Melanie Klein), e sim com a
necessidade de produzir, criar. É do próprio desenvolvimento.
-Se temos maturidade, podemos prover algo para o outro.
-Ilusão de onipotência: bebê precisa do leite e a mãe dá
imediatamente, então ele acha que criou. Quando a mãe começa a se afastar, a
dependência se torna relativa, não mais extrema. A mãe se desadapta
(suficientemente boa). A dependência extrema pode ser patológica.
-Quanto mais cedo tratada a profilaxia, melhor o
prognóstico.
-Dupla dependência: dependência absoluta e não saber que
depende.
-Dependência relativa: depende, mas não tanto.
-Independência relativa: não necessariamente vai acontecer.
Ao que sou eu e ao que é o outro. Eu integrado que se relaciona com os outros.
-Temos que nos apropriar das nossas experiências. Topo
máximo do desenvolvimento: apropriação da morte.
-O cuidado é extremamente importante, mas não previne tudo.
-Na saúde, as dificuldades iniciais têm que ser resolvidas
dentro da criança. Os país ajudam a integrar o eu. Depois, perdem o “controle”
do desenvolvimento, pois é interno. A criança tem que resolver por si seus
problemas internos.
-Primeiro estabelece o ego/eu, depois lida com questões
instintivas.
-Período de latência marca o fim do período de
desenvolvimento, que volta na adolescência.
-O bebê tem contato com temporalização, mas não tem
dimensão de tempo. Deixar o bebê chorando é mutilante em questão de
desenvolvimento, pois ele chora “uma vida”.
-O corpo é morada da alma. Durante o banho, no colo, a mãe
dá os contornos físicos do bebê.
-Na mãe, o “instinto” é uma regressão. Sabe o que o bebê
precisa porque já foi um. Com sorte, a mãe vai viver esse processo de
identificação com o bebê. Após um tempo, a mãe volta a ter um eu integrado. Em
termos emocionais, antes existia um (bebê era parte da mãe). A depressão
pós-parto é uma profunda regressão emocional.
-Nem toda mãe biológica tem essa profunda identificação.
-Psicanálise com objetivo de cuidar dos pais para passar
para os filhos.
-Se o desenvolvimento se distorceu, pode ser feita uma
regressão até o ponto em que este parou, porém é mais difícil.
-Se o ambiente muda muito, cria-se uma instabilidade que
será da vida da pessoa (insegurança constituída). Não é representação mental,
precisa da experiência/vivência.
-Capacidade de criação/potencial criador é favorecido com
um bom ambiente (esperança, criatividade).
-Primeiro vive a fantasia, depois entra em contato com a
realidade. A fantasia é um alimento para a alma.
-Viver só na realidade também é doentio.
-Preocupação materna primária: preocupação do início.
-Primeiro a criança põe a mão na boca, depois adota um
objeto. Entre os dois passos, muita coisa acontece.
-Objeto transicional: primeira posse não-eu (a mão era
parte dele). O objeto é da realidade. Não é apenas satisfação da zona oral.
Transição entre o que era do corpo e o externo. Cria-se um intermediário.
-É interessante que o bebê faça o desmame (maturidade).
-Entre a realidade interna e externa, existe uma
intermediária (não só fruto da realidade, nem só da fantasia). Área não
questionada, não é claro o que vem do interno e do externo. A saúde habita este
local. O objeto transicional é uma ponte entre a realidade interna e a externa.
-Subjetivamente concebido: crio a partir do que sou.
-Objetivamente concebido: ursinho é ursinho.
-Pode ser uma música, um fenômeno, pode ter o objeto e não
cumprir a função de objeto transicional.
-Aparece também para diminuir a ansiedade da separação do
não-eu (afastamento da mãe), início da capacidade simbólica (representa a mãe).
4, 6, 8 e 12 meses de idade.
-Pode aparecer depois de abandonado em momentos que falta o
necessário.
-Criatividade primária: percepção da realidade e o que
crio.
-Objeto transicional não é interno, é uma posse. Também não
é externo. Pode utilizar quando o objeto está vivo e é suficientemente bom,
senão leva a perda do sentido e se torna persecutório.
-Se a mãe falha de vez em quando, cria a realidade (desadaptação
da mãe porque sabe que o bebê consegue).
-A ilusão é inerente ao ser humano e nunca será solucionada.
-Precisa da ilusão e gradual desilusão. Processo de desmame
pode ocorrer nesse momento.
-Processo de aceitação da realidade nunca acontece.
-A dimensão intermediária é fundamental, pois faz uma ponte
para o mundo.
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Trabalho de PPP
II – Métodos
-Sujeitos: quem? Quantos? Onde? Por que? Função; faixa etária; gênero; escolaridade; sócio econômico.
-Instrumentos (coleta de dados e análise de dados): indicar/justificar o instrumento (que tipo de entrevista? Por que entrevista? Segundo quem? Por que observação? Análise de dados por análise de conteúdo); descrever os procedimentos. O roteiro da entrevista deve estar pronto.
-Ressalvas éticas: quais os cuidados éticos?
-Aparatos: materiais utilizados na entrevista e na análise (não entra o roteiro de entrevista, este será citado nos instrumentos da coleta de dados) – gravador, software, caderno de campo etc.
-Cronograma: resultados, discussão e conclusão.
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