sábado, 14 de fevereiro de 2015

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Resumo da aula de CHO (12/02)

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Evolução histórica da relação do homem com o trabalho

-Lewin Munford - 3 fases: eotécnica (feudalismo), paleotécnica (revolução industrial) e neotécnica (moderna).

-Era da telecomunicação: pós moderna.



Feudalismo - fase eotécnica

-Sr. Feudal X Camponeses: dependiam um do outro (relações primárias / afetivas).

-Trabalho manual: artesão. Desde a matéria prima até o final.

-Relação de troca por necessidade de sobrevivência.

-Não existia uma mobilidade social, filhos seguiam o destino dos pais.

-Influência forte da igreja católica ("o trabalho dignifica o homem").

-Palavra "trabalho": tripalium (onde os escravos eram açoitados), labore (sacrifício, atividade penosa).



Revolução industrial - fase paleotécnica

-Sistema fabril (14-18 horas por dia).

-Sem condições dignas de trabalho; crianças à idosos; 1750-1900; camponeses migraram; maior mobilidade social; ideia de livre concorrência; maior competição entre as pessoas; em tese, havia a ideia de promoção nas fábricas; capitalismo - busca pelo dinheiro; maior individualismo, o que favorece a competição; a pessoa faz parte da produção, não detém a matéria prima, o processo e o produto final (conceito de alienação de Marx).

-A ideia de competição é errônea, pois não vai necessariamente arrecadar lucro.

-As empresas passam a ideia de trabalho em equipe, mas aos poucos perceptível que, na verdade, é cada um por si.



Moderna - fase neotécnica

-1900: influência do Positivismo (conhecimento é o que é cientificamente comprovado / ciência acima de tudo / administração clássica).

-Taylor desenvolveu a teoria da administração científica (só é administração se puder ser comprovado / faz-se um estudo científico).

Elaborou 5 princípios básicos: 
1- Método único: estudo de tempos e movimentos (cronometrista avaliava o tempo de cada movimento de um funcionário no exercício da função, se fosse o ideal, os demais funcionários deveriam agir da mesma forma).

2- Treinamento: todos da empresa eram treinados para reproduzir o mesmo comportamento.

3- Seleção: por características físicas.

4- Remuneração por peça: quanto mais produzia, mais ganhava.

5- Controle gerencial: alguém para dar ordens.

-A ideia do trabalho como algo ruim, fez com que Taylor pensasse em um método para motivar: cenoura e pancada (itens 4 e 5, respectivamente). Com isso, a produção cresceu. Consequentemente, pessoas foram demitidas, pois poucos já produziam a mesma quantidade de muitos.

-Trabalho é a transformação da natureza (e de nós mesmos), não apenas o conceito capitalista (lucro).



Ford - ergonomia e função do grupo


-Pode-se controlar o trabalho individual pelo grupo (grupo como controlador social).

-Com a esteira inserida na produção, o desgaste dos funcionários seria menor e a produção, maior.
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Resumo da aula de TP (11/02)

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-A histérica não tinha uma causa orgânica para seus sintomas. A Psicanálise nasce a partir da possibilidade de criar um tratamento para esses casos. Freud criou uma teoria e um método.

-Existe uma força (inconsciente). Quando solucionado o conflito, é solucionado o sintoma.

-A histeria era vista como uma necessidade orgânica que seria curada quando satisfeita.

-O inconsciente move as nossas escolhas. É atemporal.

-Um evento gera um conflito, o que causa o sintoma. O sintoma encobre e denuncia o conflito. A partir do acesso consciente ao conflito, pode-se tratar.

-Trauma não é necessariamente uma situação concreta, é uma situação com a qual não conseguimos lidar emocionalmente.

-Tratamento: não julgar moralmente, contribuir para que a pessoa tenha mais recursos para lidar com a condição concreta pessoal.

-Histeria da conversão: o que não conseguimos lidar emocionalmente, é somatizado no corpo.

-Estamos sempre sujeitos a um determinado contexto.

-Somos movidos pelo inconsciente.

-No período da histeria, a mulher era muito reprimida (questão da sexualidade).

-Hoje em dia, o conflito é externo (nos movemos a partir da aceitação alheia).

-Histeria tem uma causalidade oriunda do inconsciente e um sintoma físico. A depressão não tem uma causalidade inconsciente e há um culto ao corpo.

-Atualmente não se olha a causa (estrutura psíquica, perda real, causa orgânica), se o sintoma é o mesmo, a pessoa será medicada. A pessoa não se conhece, não reconhece seu problema e busca soluções externas. É importante entender qual é o sofrimento.

-A "cura" da Psicanálise é existencial. É uma mudança de dentro para fora e não é quantificada. Identificar as dificuldades é uma forma de solucioná-las. Não é objetiva.

-O psicotrópico é bem-vindo quando elimina um sintoma que "aprisiona" a pessoa. Ao mesmo tempo pode ser negativo por esconder o sintoma, sem compreendê-lo.

-Benefícios do remédio: abandono de tratamentos absurdos, suportar o insuportável (junto com os mecanismos de defesa).

-Malefícios do remédio: pode encerrar o indivíduo numa nova alienação porque propõe o fim do sofrimento psíquico (ilusão de completo bem estar).

-O conflito é externo: uma pessoa não elabora o sofrimento da perda.

-O quantificado é o que é valorizado.

-Antigamente, loucura era o indivíduo estar fora de si. Atualmente isto se repete pela falta de autoconhecimento.



-Deslocamos onde de fato está o problema.
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Resumo da aula de PC (10/02)

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-Referencial teórico: assistência social e saúde (SUAS/SUS).
-Conhecer a teoria e avaliar o trabalho exercido pelo psicólogo em uma visita técnica feita pelo grupo.
-Avaliação em grupo (funcionamento, cumprimento de prazos, funções).
-Haverão encontros para supervisão.


Conteúdo
I- Psicologia comunitária no Brasil e América Latina.
II- A prática no campo: conhecendo e se fazendo conhecer.
III- Fundamentos teóricos e políticos da ação transformadora.
IV- O psicólogo na assistência social.

Recomendação de livro: Psicologia Social Comunitária - Da Solidariedade à Autonomia (clique no título para baixar).


Trabalho
-Grupo de 5 pessoas.
-Escolher uma população em situação de vulnerabilidade social e risco (idosos, crianças, mulheres, deficientes, homossexuais, jovens, pessoas em situação de rua).
-Identificar uma instituição para visitar.
-Fazer uma pesquisa bibliográfica (cada um do grupo lê um artigo científico à respeito do tema escolhido e elabora uma resenha individual que deverá ser entregue no dia da prova).
-Visitas técnicas: 1°- observação, conversa e elaboração de 1 relatório em grupo. 2°- entrevista com o psicólogo da instituição e elaboração de 1 relatório em grupo.


Avaliação
NP1: prova (teoria) + visita técnica e relatórios + grupo.

NP2: prova (teoria) + seminário + grupo.
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Resumo da aula de PC (09/02)

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-Observar, registrar e descrever situações da realidade cotidiana.
-Perceber as preconcepções que definem o fenômeno observado.
-Exercitar a análise crítica das preconcepções presentes na relação com o fenômeno observado.
-Comunicar-se adequadamente, compreendendo mensagens e expressando-se de forma clara s concisa, oralmente e por escrito.


Estratégia
-Orientação em relação a postura e registros.
-Grupos de 5 pessoas para observação em locais públicos e registro do fenômeno.


Estágio supervisionado - 40 horas
25h: observação individual.

5h: registro.
5h: elaboração de relatórios parciais. 2 mensais (março e abril) e 1 final (junho).
5h: preparação e apresentação oral.



-Não haverá NP1.

-NP2 vale de 0 a 2 pontos.



Avaliação
-Uma nota no final do semestre.
-Entrega dos registros individuais: 25h (0-3 pontos).
-Apresentação oral da experiência em campo (0-2 pontos).
-Trabalho escrito (0-3 pontos).

-Prova dissertativa (0-2 pontos).

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

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Resumo da aula de EI (05/02)

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-Apresentação do plano de ensino.


Textos utilizados em aula:

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Resumo da aula de CHO (05/02)

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-Apresentação do plano de ensino.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

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Resumo da aula de TP (04/02)

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-Apresentação do plano de ensino.


Recomendações:




  • Filme: Freud além da alma.



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