terça-feira, 3 de março de 2015

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Resumo da aula de PCom (03/03)

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Relações comunitárias / relações de dominação - P. Guareschi

-Relação: interação entre um indivíduo e outro (uma coisa com outra coisa). Coisa que não pode ser ela mesma, se não houver outra. Nós só existimos na presença do outro. Exemplo: mãe só é mãe porque tem filho.

-A partir do outro significativo, estabelecemos uma relação.

-A relação também se dá nas situações de conflito. Exemplo: guerra depende do outro (rival).

-A exclusão só acontece por causa do outro.

-O estado deveria garantir o exercício dos direitos e deveres para haver cidadania. Entretanto, exclui alguns e privilegia outros.

-A relação com o outro passa pela relação de poder. 

-Nos vemos como uma pessoa em relação (perceber o outro em nós → os seres que, em si mesmos, implicam o outro)?

-Nos vemos como um indivíduo (você não tem nada a ver com os outros → eu me vejo e vejo os outros)?

-Relações sociais se dão a partir das pessoas que se constituem em grupo. A constituição de um grupo é a existência ou não de relações.

-Grupo tem algo em comum. 


-Existe a possibilidade de mudar um grupo (observar as relações entre as pessoas e transformar essas relações): trabalho do psicólogo.

-As pessoas do grupo também têm um conhecimento, não apenas o psicólogo. Todos devem falar e escutar. Com isso, o grupo se fortalece/modifica/pode estabelecer outras necessidades.

-O grupo tem uma relação relativa: está sempre em construção/transformação.

-Relação e relações: identificar o tipo de relação (do que se trata). Utilização de técnicas para conhecer essas relações: observação, escuta, entrevista, questionário, pesquisa. Com isso, será revelada a vida social dessas pessoas.

-Relações de poder (todos temos / conhecimento / capacidade de uma pessoa ou grupo de desempenhar uma ação qualquer) e de dominação (relação entre pessoas e grupos, onde uma das partes expropria/rouba o poder / relação assimétrica, desigual, injusta).

-Dominar o outro está relacionado com a questão da ideologia. Cria/sustenta relações injustas ou éticas (ideias para que algo não aconteça mais).

-Dominação pode ser econômica e cultural: dá sentidos.

-Relação comunitária de igualdade quando as pessoas "são" (ser). Deveriam ser permeadas de direitos.

-Numa comunidade, devem haver relações de saberes diferentes a serem respeitados.
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Resumo da aula de PC (02/03)

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-Explicações sobre os relatórios.

-Entrega do relatório parcial: 30/03/2015. Todos devem ter no mínimo 10h de relatórios. 
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Resumo da aula de CHO (26/02)

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-Ford criou uma linha de produção em escala: ergonomia (relação da pessoa com o trabalho/máquina). Teve ascensão rápida por conta da grande contribuição estatal: o funcionário podia comprar o próprio produto, o que fazia com que ele produzisse com mais comprometimento. Percebeu que o grupo julga quem não segue regras (sanciona a conduta do indivíduo).

Quadro comparativo
Taylor
Ford
Pós-fordismo (Max Pagés)
Preocupação com o processo (como fazer)
Preocupação com o processo (como fazer)
Preocupação com a estratégia / resultado (a razão de fazer)
Controle externo (gerente)
Controle externo (grupo)
Controle interno (eu) – iniciativa / pró-atividade
Mecanismo de repressão (gerente)
Mecanismo de repressão (grupo)
Mecanismo de persuasão


-Cada vez mais as pessoas se sentem obsoletas pelas exigências do mercado.

-Empresas hipermodernas: buscam um perfil diferenciado, gerando um tratamento diferenciado.

-Década de 80: crescimento rápido gerou crise de identidade.


Tendências / mudanças

-Sentimento de obsoletismo (profissional negociador).
-Antropomorfismo (dar vida a objetos inanimados).
-Isolamento social (atrelado à tecnologia): temos mais contatos virtuais do que pessoalmente.
-Noção de tempo.
-Rede - senioridade (tem sido desvalorizada por não acompanhar a tecnologia).


Mudanças nas empresas

-Novos modelos de gestão.
-Terceirização.
-Descentralização (dividir a responsabilidade da matriz para as filiais) / downzing (enxugamento de níveis hierárquicos).
-Trabalho em equipe.
-Multifuncionalidade.


Psicologia ligada ao trabalho

-Fadiga (primeira coisa a ser estudada em laboratório pela Psicologia; descobriu-se que não era psicológica, e sim fisiológica; houve a necessidade de reduzir as horas de trabalho).
-Psicometria (habilidades / personalidade).
-Liderança - comunicação - grupo.
-Motivação no trabalho.
-Comprometimento.
-Alienação.
-Saúde mental no trabalho.

-Nascemos com: medo, afeto, raiva, tristeza, alegria.

-Somos culturalmente mais estimulados para ter algumas emoções, do que outras.

-Está havendo uma feminilização do mercado de trabalho por conta da sensibilidade (foco no cliente).

-A senioridade tem sido desvalorizada por não acompanhar a tecnologia.


-Testes psicológicos passaram a ser utilizados em indústrias, o que não é tão bom, pois não são 100% fidedignos.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

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Resumo da aula de PCom (24/02)

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Histórico e fundamentos - Silvia Lane

-Década de 70: questionamento da Psicologia - atuação no Brasil. 

-1968: questionamento da prática do psicólogo. 

-Psicologia Comunitária: tem origem nos EUA – população carente e atuação de cunho assistencial e manipulativo. Este modelo não se encaixou no Brasil (a igreja católica teve grande participação para contrariar este modelo manipulativo).

-Década de 60/70: Paulo Freire – educação popular (alfabetização), Psicologia do Oprimido. Atuava com a população menos favorecida. Era contra a educação bancária (sem crítica ou reflexão sobre o assunto apresentado; as pessoas apenas aceitavam o que o professor falava: manipulação). Propunha uma educação libertadora através de reflexões. A alfabetização necessitava de um tema gerador (tema que a pessoa conhecesse / conhecimento prático -  experiências vividas), e a partir dele poderia gerar uma conscientização da realidade (conhecer a si mesmo e suas condições de vida). O professor deveria atuar como mediador/facilitador, não é detentor do conhecimento.
-1981: encontro: prevenção de saúde mental (postos de saúde, igrejas) e educação popular.
-Questionamento: o que é comunidade? Na época era apenas direcionado para a saúde. Comunidade são pessoas com algo em comum; união; território.
-1988: relato de experiências e trabalhos comunitários na zona rural. A Psicologia tinha como foco pessoas/grupos/sujeito (trabalho na comunidade feito em grupo: observação das relações sociais e regras de convivência). A saúde passou a ser vista como condição social, não apenas de sobrevivência (ampliação do papel do psicólogo, que sai do técnico “fazer por fazer” e passa para o “olhar para um indivíduo como um todo” - subjetividade).

Conclusões:
-Busca de uma sistematização teórica.
-O grupo como condição de trabalho.
-Busca pelo conhecimento da realidade.
-Autorreflexão e ação conjunta e organizada (unir conhecimento da Psicologia e da comunidade).
-Resgate da identidade e por si (reflexão, conscientização, subjetividade).
-Trabalho com linguagem e representações grupais.


-Psicologia comunitária: “estudar as condições (internas e externas) ao homem, que o impedem de ser sujeito e as condições que o fazem sujeito em uma comunidade”.


Texto utilizado em aula:
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Resumo da aula de PC (23/02)

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"O perigo de uma única história" - Chimamanda Adichie.


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

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Resumo da aula de EI (19/02)

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-Transtornos funcionais: TDAH, dislexia. 

-Relações étnico raciais/gênero: homossexualismo, mulher, adolescente em conflito com a lei.


Os fundamentos da educação inclusiva

1. Acessibilidade atitudinal: aceitação das diferenças. 

2. Acessibilidade física, instrumental e comunicacional.

3. Acessibilidade curricular. 

4. Por uma nova pedagogia: sentido da aprendizagem, diversificação de estratégias.

5. Formação do professor. 

6. Avaliação. 

7. Gestão voltada à criação de múltiplos espaços de aprendizagem. 

8. Relação escola X família. 

9. Atendimento educação especial (AEE).


Períodos da história da educação especial

1. Paradigma do abandono/eliminação; 
Institucionalização (roda dos expostos) - século XIX;
Integração ou segregação - 1960;
Inclusão - 1948.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

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Resumo da aula de EI (12/02)

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A construção do estigma


-Normal: moda estatística, anatômico-funcional, tipo ideal (protótipo).

-Mecanismos de defesa para manutenção do equilíbrio intrapsíquico por uma fonte de insegurança: ataque (liquidar a ameaça – sacrifício na idade antiga), fuga (abandono direto ou indireto – negar amor) ou superproteção (contrário de afeto).


-Esses mecanismos podem ocorrer por atenuação (poderia ser pior), compensação ou simulação.

-Preconceito: ideia / sentimento.

-Discriminação: generalização / atitude.

-Declaração de Salamanca é escrita e assinada por 88 governos e possui princípios, políticos e práticas para a educação inclusiva.

-Escolas regulares com orientação inclusiva são meios eficazes para combater discriminações, a partir da criação de comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e alcançando educação para todos.

-Aceitar as diferenças: a aprendizagem deve adaptar-se às necessidades de cada criança.


-Incluir significa: abranger (presença), inserir (participação) e implicar (desenvolvimento).


Textos utilizados em sala:





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