sexta-feira, 25 de setembro de 2015

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Resumo da aula de DTP (09/09)

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-Posições depressiva e esquizoparanóide: modos de funcionamento psíquico. Não são fases. O desenvolvimento não é linear.

-Primeira infância: ansiedade característica da psicose. O bebê tem pouco contato com a realidade e os objetos são cindidos, então o funcionamento é psicótico sem ser patológico.

-Melanie Klein tem um olhar genético sobre o desenvolvimento: como se inicia (gênese do processo).

-O ego se integra na posição depressiva (antes é cindido).

-A ansiedade força o ego a despertar mecanismos de defesa.

-Vida em fantasia: cisão. Se o objeto está em pedaços, o ego e o self também estão (visão parcial).

-Idealização também é um mecanismo arcaico neste momento esquizoparanóide (para fortalecer o bom).

-Enfraquecimento do ego: excesso de cisão (o individuo vê as causas externamente, projeta). O equilíbrio depende do nível de ansiedade. Colorimos o objeto externo com as nossas fantasias (distorcemos a realidade / quanto mais cindido, mais é fruto de projeção).

-Ideia de saúde mental: manter o bom objeto bem estabelecido, fortalecendo, assim, o ego.

-Desenvolvimento saudável depende do equilíbrio de projeções e introjeções, que dependem do nível de ansiedade.

-Objetivo da Psicanálise: libertar dos mecanismos muito primitivos/infantis.

-O amadurecimento do organismo propicia a passagem para a posição depressiva.

-Ansiedade depressiva: medo de perder por ter feito mal. Danificou o objeto mau (que é o mesmo que o bom), mas pode reparar. Pode conferir a integridade do objeto bom.

-Existe uma materialidade foco da projeção depressiva.

-Objeto bom bem estabelecido: capacidade de amar, cuidar, olhar para o outro.

-A ansiedade paranoide afeta a realidade.

-Projeções e introjeções podem ser pensadas como mecanismos de defesa (projetar muito mal ou introjetar muito bom).

-Uma das funções da terapia é tornar o superego mais protetor e menos rígido/sádico.

-A ansiedade persecutória é preocupada com a preservação do ego.

-A ansiedade depressiva é preocupada com a preservação do bom objeto (interno e externo).

-O indivíduo depressivo não confia na capacidade do bom objeto.

-Desejo de perfeição: efeito da idealização. Diminui a ansiedade do que foi destruído.

-O suicídio pode ser uma vontade de matar o objeto mau.

-Perigos oriundos do ID: ciúme e ódio acumulam, ataca em fantasia os pais, gerando mais ansiedade.

-Estímulos internos e externos influenciam.

-A posição depressiva é reforçada com o desmame (objeto inteiro e perda dele).

-O afeto da mãe (sentir-se amado) fortalece a confiança externa, diminuindo o medo da destruição interna. A posição depressiva é central no desenvolvimento da criança.

-Ciúmes: considera a relação triádica (adição de um 3º).

-Inveja: relação com algo mais regredido (sem um 3º). Relação dual.

-Se o objeto é bom e a pessoa não o tem dentro de si, ignora-o.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

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Resumo da aula de PE (03/09)

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-Marginalidade: estar à margem. Depende do contexto.

-A educação serve para equalizar e superar quem está à margem. Entender de modo político a razão de algumas pessoas estarem à margem.

-Teorias críticas: Existem condições de ensino que influenciam (fatores externos ao esforço individual que provocam o fracasso e a evasão escolar).

-Teorias não-críticas: indivíduo à margem por questões individuais. Consideram como único responsável o próprio indivíduo, descartando outras questões que influenciam no processo. A escola traz instrução e tem a função de transmitir conhecimentos de modo sistemático. O marginalizado é o ignorante (quem não tem a quantidade considerada adequada de conhecimento). O professor é o modelo e deposita nos alunos o conhecimento que julga necessário, não supera a marginalização (pedagogia tradicional).

-Teorias críticas-reprodutivas: existem fatores externos ao indivíduo (políticos e econômicos de ensino e aprendizagem) que acontecem de forma intencional para manter o capitalismo em funcionamento (teorias ingênuas / sistemas de exploração). Se todos tiverem acesso a um bom ensino, o capitalismo seria afetado. Acreditar que o conhecimento nos dá melhores condições de vida é a reprodução de um sistema.


-Escolanovismo: o marginalizado é anormal e desajustado. É rejeitado e ocorre uma biopsicologização da sociedade (entendimento da criança e seu desenvolvimento / cumplicidade entre a Psicologia e a escola). Tem-se uma essência boa e ruim, com tendência a ser boa (pode ser corrompida pelo mundo). Deixa os alunos livres para escolher o que querem aprender e o professor age como um facilitador.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

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Resumo da aula de POT (01/09)

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-Triagem: vemos informações/requisitos mínimos; tempo de experiência; escolaridade.

-Estrategias mais baratas de recrutamento externo: cartazes, banco de dados, indicação.

-Alguns anúncios são pré-seletivos. Exemplo: em outra língua.

-Anúncio aberto: nome da empresa e endereço para comparecimento.

-Anúncio semiaberto: nome da empresa, mas sem endereço para comparecimento (enviar currículo para...).

-Anúncio fechado: sem nome da empresa e sem endereço para comparecimento (telefone para contato, enviar currículo para...). Utilizado para vagas sigilosas, produto novo. Não passa muita credibilidade.

-Anúncio semifechado: sem nome da empresa, mas com endereço para comparecimento.

-O ideal é que utilize aberto.

-Em seleção, é preciso ser um orientador social (dar opção de escolha).


Seleção

-Testes de conhecimento: medem a capacidade que o individuo já possui. As formas de aplicação pode ser: oral, escrito e prático. Os tipos de questões podem ser: objetiva e dissertativa.


-Testes psicológicos: personalidade e psicométricos (aptidões). Spearman (fator G em comum entre os fatores) e Thurstone (um teste para cada fator específico de aptidão). O resultado não é 100% fidedigno, então não pode ser em caráter eliminatório ou discriminatório. Não pode ser o primeiro instrumento utilizado no processo seletivo. Os testes têm correlação zero entre o resultado e prognóstico do candidato.
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Resumo da aula de TP (02/09)

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-Melanie Klein descobriu (ordem cronológica) primeiro a posição depressiva.

-As posições esquizo-paranóide e depressiva oscilam durante toda a vida, não são fases. Devem ser elaboradas para um bom desenvolvimento, mas se misturam e perduram durante a vida. Para o bebê, não é patológico. Acontece através das experiências (projeção e introjeção) para a formação do eu interno.

-As experiências de frustração ou gratificação influenciam nas posições.

-Posição esquizo-paranóide: ainda vive mais na fantasia e tem a visão parcial (seio bom ou seio mau). Se o bebê tem as necessidades satisfeitas, gera um sentimento de gratidão: projeta e introjeta algo bom. O bom e o mau precisam ficar separados para o mau não destruir o bom. Acredita inconscientemente que, se projetou o mau, pode ser atacado por ele (retaliação): ansiedade persecutória. Ativa as defesas a partir do conflito.

-Posição depressiva: tem maior contato com a realidade e possibilidade de reparação. Ataca e destrói, em fantasia, o objeto que ama. A ansiedade é depressiva e o objeto é total (bom e mal no mesmo objeto).

-Para Figueiredo, a Psicanálise liberta de uma forma infantil de amar (forma cindida).

-Para o bebê, o bom é maravilhoso e o mau é destruidor (vê tudo muito intenso, antes do efetivo contato com a realidade).


Complexo de Édipo
-Ocorre com 1 ano de idade, durante o período do desmame. É uma explosão de impulsos genitais.

-Sadismo: agressividade, pulsão de morte.

-Melanie Klein utiliza o concreto/material para explicar questões subjetivas: sádico-oral e sádico-anal.

-O superego é rígido, punitivo e infantil. Bondade e severidade excessivas.

-Inserção do terceiro.

-Parar de mamar não significa desmame, pois a pessoa ainda pode estar na posição esquizo-paranóide, com visão cindida.

-O desmame, reforçado pelas frustrações anais e hábitos de higiene, influencia no momento de desenvolvimento.

-O ego é arcaico, primitivo e não nasce preparado, então reprime conteúdo. Estabelece relações de objeto (parcial e total).

-Impulso epistemofílico: curiosidade do que existe no interior da mãe.


Complexo de Édipo para o menino
-Mudança de posição libidinal.

-Ódio das frustrações anteriores, se opõe ao amor que se inicia pela mãe (primeiro objeto de amor): ideia de ambivalência.

-Quanto mais cruel o superego, mais forte a imagem do pai castrador (sexualidade do pai é transferida e vista na do filho).

-Para o bebê, a mãe possui tudo e ele tem o desejo de “roubar” esse tudo.

-Para o menino, o pênis do pai está dentro da mãe (fecundação, parto à dentro da mãe). Teme que seu corpo seja desmembrado, mutilado (mãe pega as fezes) por ter feito algo errado: ideia de castração.

-O medo da mãe é esmagador e se alia ao medo da castração pelo pai.

-Quanto maior a fixação sádica, maior a competição entre o homem e a mulher (rivalidade mescla entre amor e ódio).

-Complexo de feminilidade: para Melanie Klein, o homem deseja a capacidade de gerar. Se sente em desvantagem e inferior.

-Concepção de saúde mental: ter um bom objeto internalizado.

-O desejo de dar um filho para a mulher é sair da posição de rivalidade.

-Receptivo oral para ativo genital.


Complexo de Édipo para a menina
-Receptivo oral para receptivo genital (mantém o objetivo).

-A mãe frustra, então a menina se afasta e se aproxima do pai.

-Tem inveja e ódio da mãe por ela possuir tudo do pai (pênis). A mãe possui o leite e o nega por punição (fantasia).

-Desiste de se identificar com a mãe e passa a desejar o pai (homossexualidade surge nesse período).

-A identificação com o pai é menos carregada de ansiedade.

-O desejo insaciável de ser mãe causa frustração (pênis é visível, a gravidez vai demorar anos).



-A ansiedade é, no início, persecutória e depois depressiva. O autismo pode ser uma defesa de um grau extremo de ansiedade.

-Brincar: deslocar o perigo interno para o externo. Elaboração de conflitos.


-A ansiedade também estimula o desenvolvimento.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

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Resumo da aula de POT (25/08)

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-Contextual: momento sócio histórico, cultura.
-Contribuição da Psicologia social: crítica, questionamento.
-Para algumas pessoas, o modelo clínico ainda vigora.


Três subcampos de atuação:
-Psicologia organizacional: mesoorganizacional; macroorganizacional; desenvolvimento de líderes e de equipe.
-Gestão de pessoas: RH; compete com diversas outras áreas (Direito, administração, treinamento, recrutamento e seleção); é multiprofissional (precisamos demarcar nosso território à escuta e olhar aprimorados).
-Psicologia do trabalho: saúde do trabalhador; desemprego; questões sociais.


-Mercado de trabalho: vagas existentes oferecidas pela empresa.
-Mercado de RH: profissionais disponíveis no mercado.
-Um é contrário ao outro. Se o mercado de trabalho está em situação de oferta, o mercado de RH está em situação de procura e vice-versa.


Rotatividade ou turnover
-Fluxo de admissão e demissão da empresa.
-Cálculo: 
-Dentro da organização, a rotatividade é um efeito.
-Para medição: a entrevista de desligamento serve para investigar se a seleção, o treinamento, o clima com a chefia e o grupo foram adequados. Não é obrigatória e é importante que não seja apenas a entrega de um questionário. É um feedback para a empresa melhorar. Tabulação entre demitidos e demissionários.


Absenteísmo ou ausentismo
-Ausências dos funcionários por períodos. São medidas em horas (horas não trabalhadas, atrasos, faltas).
-Assim como a rotatividade, é um efeito (necessidade, insatisfação, desmotivação).


Análise e descrição do cargo
-Informações sobre o perfil do cargo.
-Descrição: relato das atividades e tarefas pertinentes ao cargo. Dividido em três partes: cabeçalho (CBO – Código Brasileiro de Ocupações), sumária (resumo da atividade do cargo – responder as perguntas o que, como, quando e, quando possível, para quê) e detalhada (cada item de microatividade descrito detalhadamente).


Análise
-Entender os fatores que são pertinentes/requisitos ao cargo.

Fatores de especificação:
-Requisitos mentais: instrução, experiência anterior, aptidões.
-Requisitos físicos: esforço (corpo todo) e compleição (específico).
-Responsabilidades: contatos, dinheiro, informações confidenciais, títulos.
-Condições de trabalho: ambiente e riscos.

-Deixar claro que quer investigar o cargo, evitando assim fantasias. Mostrar os resultados para o gestor verificar se está correto e se falta algo.

Métodos:
-Entrevista: vantagem – mais detalhes, perceber se a pessoa entendeu a pergunta, se exagera na resposta. Desvantagem – custo, demora.
-Questionário: vantagem – rápido e menor custo. Desvantagem – não é sincero, não se preocupa com o nível cultural da pessoa.
-Observação: vantagem – vê realmente o que faz. Desvantagem – possui o viés do observador, dependendo do cargo pode não ser possível ver amplamente.

-Utilizamos dois ou mais métodos, depende do cargo. A observação é mais dedicada a cargos operacionais. Em outros momentos, pode ser feito primeiro o questionário (o mesmo para todos os cargos) e, a partir das respostas, a entrevista.


Recrutamento
-Atividade chamativa que envolve divulgação para atrair o maior número de candidatos em potencial para o cargo.
-Vaga à RH (ou RE – recrutamento externo), recrutamento e seleção à perfil para o cargo à meios de recrutamento* à fontes ou canais (RI – e-mail, intranet / RE – headhunter, cartaz na portaria) à triagem e recepção.
*Meios de recrutamento: RI (recrutamento interno – remanejamento de funcionários, transferência, promoção); RE (recrutamento externo – candidatos externos); RM (recrutamento misto – primeiro RI e, se não achar um candidato adequado, RE e vice-versa / os dois concomitantes / interno e externo ao mesmo tempo). Vantagens do RI: pessoa conhecida e com conhecimento da empresa. Desvantagens do RI: nem sempre a pessoa está preparada para subir de cargo. Vantagens do RE: pessoa externa traz um novo olhar, novos conhecimentos. Desvantagens do RE: maior custo e demora (treinamento). O RM deve ser feito com transparência, pois é um processo delicado.


Seleção

-Afunilar os requisitos para a vaga. É justificada quando se tem muitos candidatos para uma vaga. Se só tem um candidato, é feita uma colocação (acontece em todo final de processo de seleção).

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

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Resumo da aula de PPP (20/08)

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-Nós somos o que estamos: os papeis se alteram dependendo do contexto.

-Mundos objetivos e subjetivos caminham juntos e se relacionam o tempo todo.

-Polis (grego – cidade) à política (viver em cidade).

-Civis/civilis (latim – civilização/civil).

-Comum: viver junto (comunidade, comuna, comunismo).

-Direito é o atenuante social, o ponto de equilíbrio entre opostos.

-Negociação (Nec –não- e Ocion –ação-): criar regras. Debater ideias e chegar a acordos (mesmo que não consensuais).

-Nós atribuímos significados à tudo que existe ao nosso redor (pode ser nosso avesso – não se ver parte do todo, ex: pensar a ideia de Deus ou infinito).

-Política: negociar uma possibilidade de sentido concreto dentro dos nossos limites.

-Mercantilismo: moeda começa a ser importante e o feudalismo começa a cair. Passagem de teocentrismo para antropocentrismo (homem como mediador das coisas). Passagem para o renascimento (neoclassicismo).

-Hobbes: “o homem é o lobo do homem” (a ameaça de si próprio). É despertado pelo sentimento de posse.

-Necessidade de um estado que faça pacto de acordo mútuo.

-Igualdade: lei (todos têm direito).

-Adam Smith: liberalismo/liberal (existem leis naturais no mercado, que o autorregulam).

-Lei da oferta e procura: o que existe em abundância vale menos e o que é restrito vale mais.

-Darwinismo social: os mais qualificados irão prosperar.


-Nos baseamos em preservação do indivíduo e da espécie (mais importante).
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Resumo da aula de DTP (19/08)

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-Melanie Klein atendia crianças pequenas.

-Seu primeiro paciente foi uma criança com dificuldade intelectual. Melanie orientou a mãe, mas percebeu que não era suficiente.

-O bebê possui ansiedades desde o nascimento. O ego arcaico tenta lidar com elas.

-O brincar na criança funciona como o método de associação livre no adulto (comunicação inconsciente).

-Num grau extremo de ansiedade, o desenvolvimento é paralisado ou impedido. Melanie focava na redução da ansiedade.

-Existe uma ansiedade à Ativa um mecanismo de defesa à Impede o desenvolvimento.

-No início, o tratamento era feito na casa da criança, utilizando seus próprios brinquedos.

-A criança tem menos recursos para explicar seus sentimentos.

-A criança tem menos repressões, então tudo é mais explícito (está mais no consciente).

-A criança entende o efeito terapêutico.

-Projeções resultadas das pulsões de vida/morte causam a introjeção do objeto bom ou ruim.

-Melanie percebeu que precisava de um setting, pois o bom e o mau eram misturados, o que poderia complicar o processo terapêutico.

-Começa a atender a criança separada dos pais.

-É essencial ter brinquedos pequenos, simples, que não induzam ou impeçam a criatividade. Quanto menos estruturado o brinquedo, melhor.

-Existe a caixa que todos os pacientes usam e a caixa individual de cada criança, que só é conhecida por ela mesma e pelo analista. Isso envolve uma relação de confiança, onde o analista também promete não divulgar as brincadeiras realizadas.

-Posição esquizo-paranóide: projeta e introjeta e tem uma ansiedade persecutória (de perseguição). É cindido (desde praticamente o nascimento - 6 meses). Não existe uma diferença clara entre fantasia e realidade. Está sempre presente, mas depende do grau para demonstrar se afetou o desenvolvimento intelectual. A gratidão não existe, pois não existe o outro.

-Posição depressiva: sente culpa e tem a noção de que a mãe boa é a mãe ruim. Mais realidade e menos fantasia. Sempre busca modos para reparar algo que foi destruído.

-Oscilamos entre as posições esquizo-paranóide e depressiva por toda a vida.

-A criança vai vivenciar na medida em que aparecem as experiências.

-O psicólogo não passa moral ou julga. Apenas comunicamos o sentimento.

-A criança vê a relação sexual como algo agressivo.


-Formação reativa: representação do extremo oposto do que sente (Freud).