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segunda-feira, 21 de março de 2016
Livro:
Dinâmica e gênese dos grupos – capítulos 1, 2 e 3.
Kurt
Lewin
-Kurt
Lewin considerado precursor de dinâmicas de grupos.
-Utiliza
Gestalt para explicar grupos.
-Abalo
da Gestalt com a segunda guerra mundial (a maioria dos teóricos eram judeus e
muitos foram para os Estados Unidos).
-Trabalha
com microgrupos.
-O
eletromagnetismo (causa e efeito, movimento de corpos) traz a ideia de campo de
forças (atração e repulsão).
-Kurt
Lewin está na Gestalt e também na Psicologia Social.
-Pesquisa-ação: tem por premissa
criticar a pesquisa de gabinete, pois a situação artificial do laboratório não
permite que as forças se exponham de maneira espontânea. Precisa ser em campo.
-Trabalha
com o coletivo.
-Saindo
do funcionalismo, em direção a Fenomenologia. Sujeito em paradigma de
transição. Isso está na Gestalt e é trazido por Kurt Lewin.
-Crítica
a psicologia social, principalmente a psicológica, por desvitalizar o fenômeno
do vivido (valorização do que se vive na relação).
-É
impossível falar sobre experimentação neutra.
-O
acontecimento é algo que se faz e supera a expectativa individual colocada
naquilo. O grupo é um acontecimento.
-Herda
da Gestalt a concepção de forças de
campo e a ideia relativista (não é a somatória de perspectivas individuais, a
ideia de relativismo é que vamos agir de acordo com as forças estabelecidas no
grupo, não é uma subjetividade fechada, estruturada, imutável).
-Herda
da Psicologia cognitiva a ideia de
ser humano como ser perceptivo e com estrutura de aprendizagem.
-O
grupo não é uma somatória de psicologias individualizadas, mas um conjunto de
relações em constante movimento. Vários sujeitos que experimentam as mesmas
emoções e constroem uma coesão que permitam-lhe adotar o mesmo comportamento. A
força de coesão precisa ser maior.
-Forças de coesão: valência
positiva.
-Forças de dispersão: valência
negativa.
-O grupo
está sempre em espaço de vida vivida. Em todo momento se interrelacionando. O grupo
é um espaço de vida. Não são líderes, pertencem a linhas de força de outros
grupos. Maiorias só existem com minorias e vice-versa.
-Minoria
psicológica: sujeitos que se encontram alheios a seus direitos. Estuda a
minoria dos judeus (história de vida dele).
-Coesão
é um processo dinâmico.
Resumo da aula de TPP (17/03)
Postado em Temáticas de Pesquisa em Psicologia
Método
-Sujeitos: porta voz do assunto.
-Objeto de estudo: recorte dentro do
tema.
-Instrumentos: coleta de dados é a técnica
para pegar informações, que varia de acordo com seu sujeito e objeto –
observação, entrevista por fontes primárias (quem vive aquilo) ou secundárias
(quem escreveu sobre), testes. Análise é um método, orientado por uma teoria,
para organizar os dados coletados a partir de uma lógica.
4 pilares das ressalvas éticas:
-Autonomia/esclarecimento: a pessoa deve
saber como será feita a pesquisa (deve ter claro tudo que vai acontecer) e tem
autonomia para decidir se quer ou não a qualquer momento. Termo de livre
consentimento esclarecido (TLCE).
-Beneficência: a pessoa deve ter algum
tipo de benefício, vantagem (honra, contribuição, emitir opinião, se sentir
participativo). Está relacionado a relevância social.
-Não maleficência: sem danos (esclarecemos
antes como aquilo pode afetar a pessoa). Garantia e esclarecimento sobre possíveis
danos. Sigilo: garantir e preservar determinadas informações.
-Justiça: criar um equilíbrio com as
amostras (deve ser justa).
-Aparatos de pesquisa: infraestrutura
utilizada (materiais – gravador, caneta).
-Cronograma: apontar o que foi feito.
-Se é
uma pesquisa qualitativa, preciso de uma amostra qualitativa.
-Se é
uma pesquisa quantitativa, preciso de uma amostra quantitativa.
-A
visão de homem da teoria só se expressa na análise.
Resumo da aula de TPP (10/03)
Postado em Temáticas de Pesquisa em Psicologia
Pesquisa
social
Quantitativa:
-Existe
uma amostra estatística (critério matemático – estatística sustenta – precisa
de um estudo de amostragem estatística) para realizar uma tabulação estatística.
-Chego
a um resultado através da matemática/estatística. Lidamos com frequência e
média.
Qualitativa:
-Lidamos
com representação social, imaginário, percepção.
-Existem
angústias, dúvidas, singularidade de cada um que vão influenciar na pesquisa.
-Precisamos
saber quais as pessoas certas para conseguirmos acessar na maior integridade os
conteúdos desejados.
-Toda
pesquisa precisa ter um problema.
-Elaborar
uma série de questões que supostamente vão nos levar às respostas. As questões
são formuladas a partir das nossas dúvidas.
-Não é
a média das pessoas, mas sim um espaço de compartilhamento de angústias,
dúvidas, valores.
-A
intensidade da frequência não faz tanta diferença, mas sim a oposição (duas
forças antagônicas, discurso pró e contra).
Pesquisas
quantitativa e qualitativa são diferentes no método, mas têm a mesma validade
científica. A diferença é metodológica, mas levam ao mesmo resultado.
Pré-projeto (o que – introdução)
-Revisão
bibliográfica (tema, problema).
-Objetivo
geral.
-Objetivos
específicos.
-Justificativa.
-Hipóteses.
-Vamos
pensar num tema (com importância social) e elaborar uma pergunta.
-Ler 4
autores para fazer a revisão bibliográfica (resenha individual).
domingo, 6 de março de 2016
Resumo da aula de PG (03/03)
Postado em Processos Grupais
-Grupo: ferramenta importante para
psicólogos americanos (principalmente) para controle.
-A
maneira mais usual é entender como um conjunto de técnicas, mas não é apenas
isso.
-Dinâmica
de grupo permite que a gente crie (mediante a demanda com a qual estamos
trabalhando).
-Dinâmica
de grupo como 3 grandes dimensões:
1- Ideologia política
(liderança democrática)
-Psicólogo
chamado para solução de problemas práticos. A que ou quem servimos? Equipe,
produtividade, diretor?
-Envolvimento
com capitalismo, produtividade.
-Liderança
democrática: saúde no grupo (coparticipação).
2-
Conjunto
de técnicas
3-
Campo
de pesquisas
-Indivíduo-grupo-social: grupo como
mediação entre o psi e o social (para alguns autores, são processos quase
dialéticos, ocorrem juntos, não dá para separar).
-Quando
o grupo consegue que os papeis transitem, é sinal de saúde.
-Como
foi estruturado.
-Forma
de organização, desempenho etc.
-Principais teorias: teoria de campo,
sociométrica, psicanalítica, interação.
-Psicogrupo (existe em função da
afetividade de seus membros, ex: família) e sociogrupo (existe para uma função/tarefa específica).
-Forças psicológicas no campo:
a)
coesão: força de união.
b)
coerção: força de pressão.
c)
pressão social: questão social que afeta o indivíduo.
d)
atração ou repulsão.
e)
resistência a mudança: sinalizador de saúde no grupo (para P. Riviere, se o
grupo é muito resistente, é doente).
f)
Interdependência.
g)
equilíbrio.
-Grupo
como ferramenta interdisciplinar (antropologia, ciências políticas, pedagogia,
esporte, Psicologia etc)
-Definição tradicional – 4 características:
1)
foco em pesquisa empírica: passa pela teoria e pela prática.
2)
interesse pelos fenômenos psicossociais: interdependência; além da história dos
integrantes e da sociedade.
3)
aplicabilidade potencial para aprimorar o trabalho.
4)
relação com ciências sociais.
-História da Psicologia de grupos:
-1960:
centro de Psicologia aplicada no Rio de Janeiro (psicodrama, entre outras
técnicas).
-1962:
Psicologia reconhecida como ciência.
-Obras
de sensibilidade social.
-Extensão
para a prática psicológica.
-Grupo? Cada teoria define de acordo com
suas bases epistêmicas, mas de modo geral é um conjunto de pessoas:
a)
interdependentes e realização de objetivos.
b)
relação interpessoal autêntica.
c)
criação de vínculos e interação.
d)
forças recíprocas.
-Processos
de grupo – capitalismo e democracia.
-Co-participação,
meio de governo (controle?), depósito de confiança, buscar consenso, incremento
de produtividade.
Resumo da aula de TPP (03/03)
Postado em Temáticas de Pesquisa em Psicologia
-Fazer
ciência e entender que ela tem seus limites.
-Precisamos
de uma verdade e chama-la de nossa para viver, sem sermos fanáticos.
-Subjetividade
é um elemento. Não deverá ser excluído, mas sim interpretado (transferência,
contratransferência).
-Na
pesquisa social, a subjetividade é movediça, histórica, ética, moral.
-Somos
sócio histórico culturais e devemos olhar o momento e o contexto históricos.
-Cada
época possui um sentido e estamos presos a ele. É possível que alguém saia
deste sentido (sendo absurdo, sem sentido).
-Foucault
fala de relações de poder.
-Nos
discursos (fala/conceito), existe ordem.
-O
discurso vai mudando de acordo com a época.
-Hoje,
o discurso médico é muito influente.
-Discursos
viram regra, lei.
-Poder: discurso que ganha força.
-Teoria: sequência lógica de fatos observáveis
e evidentes (concretos). É uma proposição científica. Só consigo chamar de
objeto científico quando consigo demonstrar na prática (empiricamente).
-Método: o que eu faço com o material.
Como?
-Técnica: qualquer instrumento de coleta
de informações.
-Ciências
têm objeto próprio.
-Pesquisa qualitativa: usar sentido e amostra
representativa de subjetividade como elementos.
-Pesquisa quantitativa: precisa de um
estudo de frequência (repetição) regulado matematicamente e classifica na
normalidade.
Resumo da aula de PF (29/02)
Postado em Psicologia Fenomenológica
-Hegel: precursor da fenomenologia.
Trouxe discussões como fenomenologia do espírito, falando de algo diferente que
o ser humano tem e não adianta a ciência ficar cartesiando. Pessoas acharam que
ele estava “se perdendo”. A sensibilidade que temos é, muitas vezes, ignorada
pela ciência. O “diferente” é a intuição. Ciência não dá crédito para isso,
pois não é “provável”.
-Husserl: vem da matemática e
sistematiza (objetiva) as ideias de Hegel, tentando criar um método para se
portar diante de um indivíduo. Propõe uma reformulação ao olhar da Psicologia
trazendo a noção de intencionalidade e o método fenomenológico como leitura
para se compreender o fenômeno.
-Não
agimos ao acaso, para tudo há um motivo. A Psicologia conversa com quem age. O
desafio é que nem sempre a pessoa sabe a intenção. Temos responsabilidade pelos
nossos atos, mesmo não sabendo. Utilização do método fenomenológico para que a
leitura do outro seja embasada.
-O
método fenomenológico propõe cuidados para não interferir no tratamento.
-Intencionalidade,
movimento que nos induz a atitude e respeito ao método.
-Abona
(no sentido de não ficar preso a; se aventurar a conhecer o indivíduo
independente da queixa, não ficar encaixando-o nas teorias prévias que já temos
conhecimento) a ideia de uma teoria prévia do conhecimento humano, propõe sim
uma abertura ao conhecimento e à descoberta do ser.
-Causa
insegurança porque não oferece uma prática que conduza a procedimentos
predeterminados, parecendo ser muito livre, o que pode gerar falta de cuidado.
-A fenomenologia
não nega que os transtornos existam, mas além deles, existe uma pessoa. É necessário
investigar e não partir para a comodidade de classificar, enquadrar.
-As
técnicas fenomenológicas são sustentadas no seu estudo e aprimoramento para se
adaptar à realidade da pessoa (como se portar, como formular uma pergunta).
Trabalha muito com a experienciação (ajudar que o sentimento apareça, além da
explicação intelectual). Não é uma técnica predeterminada, e sim construída
através dos nossos conhecimentos.
-Ser-aí:
ser no mundo se relacionando consigo e com os outros (vivendo).
-Ser-com-os-outros:
ser se relacionando com os outros.
-Ser-para-o-fim:
ser em contato com a morte.
-Ser-em:
ser para o mundo e relação com temporalidade.
Principais ideias de Husserl:
-Ressalta
a importância de um método de estudo do ser-aí com rigor e cautela: cuidado com
predefinições. As perguntas devem ser exploratórias, não direcionar a algo “esperado”.
-Enfatiza
a intencionalidade como mobilizadora do ser e necessária de se conhecer,
adotando-se postura “analítica” e “reflexiva” para se chegar às coisas mesmas
(essência, origem): a análise é construída na relação com o outro, a partir do
que ele diz (e não ao que achamos). Não é o que a teoria afirma, e sim o que a
pessoa fala e vivencia. O importante é fazer sentido para a pessoa.
-Acredita
que o ser não é estático, mas sim se constitui a partir das vivências e
sentidos atribuídos por ele no decorrer de sua vida.
-Abandona
a concepção naturalista do ser humano para a adoção de uma atitude antinatural
ou epoché (atitude antinatural que evita o pretenciosismo), mas dar ênfase aos
fenômenos que se manifestam e abandono da atitude natural e ingênua: a
concepção naturalista pode ser exemplificada pelo mau uso da teoria de Piaget
(classificar todos por fases ou estágios). Devemos estar abertos aos fenômenos
que acontecem (aprender a olhar para pessoas e compreendê-las). O naturalista
fragmenta quando estabelece categorizações. A ciência se baseou no natural
(previsível, controlado). Temos que tomar cuidado com esta visão simplista.
Principais ideias de Husserl a respeito da
Psicologia:
-Propõe
no método a suspensão temporária dos pressupostos e ideias prévias e abertura a
descoberta do ser e sua dinâmica permanente.
-Inicia
com uma crítica à ciência e sua conduta limitada diante do ser: excesso de
objetividade e pouca contribuição prática dessa ciência. A pergunta da fenomenologia
é “como acontece?” E envolve a exploração para a pessoa. A razão surgirá
depois.
-A
ênfase na busca da verdade absoluta no fazer científico, à necessidade de
mensuração dos fenômenos psíquicos e à atribuição de natureza psicofísica ao
seu objeto de estudo. Daí quase sempre inferirem acerca dos fenômenos. A
crítica da fenomenologia é que a ciência tradicional se apegou demais a isso.
-Dois caminhos propostos:
1) Redução eidética: busca da essência das
coisas, do que é invariável (repetição comum de a pessoa trazer), redução ao
que é. Como uma limpeza dos atos para se aproximar do indivíduo. Tentar ao
máximo chegar à essência. A repetição / invariável não é o que não muda, mas o
que nos chama atenção, que se repete muitas vezes na pessoa (sentimento,
comportamento).
2) Redução fenomenológica: suspensão de
concepções, julgamentos diante da compreensão do fenômeno, atendo-se às
evidências que se apresentam à consciência. Usamos a consciência (de estar
aberto a algo, abertura a determinadas experiências), seguido pela
intencionalidade de responder a experiência.
Resumo da aula de Psicopatologia Geral (23/02)
Postado em Psicopatologia geral
-Existem no mínimo 14 correntes teóricas em psicopatologia.
-A psicopatologia nasce na psiquiatria e fundamenta o
trabalho do psiquiatra.
-É uma base de conhecimento racional, objetiva, bem
diferente da humanista. Envolve termos médicos.
-Psicopatologia
descritiva: manuais. Diagnóstico do sintoma (fazemos a olho nu). Não se
importa com quais elementos da vida contribuíram para este modo de ser,
história da família etc.
-Psicopatologia
psicanalítica: psicanálise. Vai da cultura familiar do sujeito para o
sintoma. Visão geral do todo da vida a partir de uma perspectiva histórica.
Maior profundidade.
-Pensar
loucura no contexto histórico.
-Primórdios da loucura: Grécia Antiga.
Três concepções de loucura (muitas predominam até hoje):
1) Concepção mítica-religiosa: tudo era
explicado a partir da mítica. Mecanismo de elaboração de fenômenos naturais e
humanos. Os deuses (politeísta) explicavam a vida de maneira geral. O louco como
porta voz da palavra dos deuses (intermediário, canal de comunicação direta),
como uma pessoa com dom de passagem entre a vida terrena e a divina. É a
concepção mais antiga e ainda prevalece em algumas culturas).
2) Concepção organicista: Hipócrates, pai
da medicina, falou dos tipos de personalidade a partir de alguns fluídos
(exemplo: excesso de sangue, bílis, ar. Falou da “hysteria” como patologia
exclusiva feminina (relacionada ao útero).
3) Concepção psicológica: presença de um
conflito psíquico (paixões, forças ocultas, códigos coletivos – ética, norma,
princípios, valores) à época
das grandes tragédias gregas que retratavam isto.
-Idade média: passa de politeísmo para
monoteísmo. A igreja católica utiliza a determinação divina para controle. O
que a igreja explicava, era divino, o que não, era inimigo. Retorna a concepção
mítico-religiosa. É criado o “primeiro manual psicopatológico”, usado pela
inquisição: 1° Malles Maleficarum. Quem falava do louco era a cultura (povo),
mas não havia um saber específico.
-Renascimento: reforma protestante;
crítica ao catolicismo; homem saindo dos fundos (se abrem); homem vende força
de trabalho (sistema de trocas não dava mais conta do sustento de famílias);
homem se afastando da sua origem, agora as incertezas surgem; homem busca ser o
centro do universo (com a capacidade de investigar, pensar, criar, modificar a
natureza). Questão do “controle” passa a ser um valor muito forte. O louco é
visto de outra forma. Surgem as grandes casas de internação (1780 – Philipe Pinel)
para albergar os “diferentes”. Quem estava doente, era tratado. Pinel foi
designado a administrar o “hospital de Sant’Ana”. Na época, o campo científico
estava em alta. Pinel chama alguns médicos e divide o hospital em dois: doentes
“normais” e “alienados”. Escolhe um modelo descritivo para o fenômeno. Fundou a
psiquiatria na França, nasce a psicopatologia. Abordagem da loucura de forma
bruta (até hoje): exclusão, internação. As pessoas não estavam doentes, estavam
num estado de des-razão (perderam a razão). Como a medicina iria explicar, se
não havia sintoma? Surge o modelo descritivo para descrever a loucura/os
sintomas com maior número de detalhes. Linha para justificar ou encontrar a
sede da loucura no corpo (inúmeras brutalidades em experimentos para saber).
Pinel estabeleceu o objetivo para a medicina de devolver ao louco a razão (sair
do estado de des-razão).
-Pinel
funda a “escola alienista”, que se propaga pela Europa, França, Itália,
Portugal e América. Vem do princípio epistêmico positivismo e dá origem a
várias escolas em psicopatologia (descritivo, comportamental, neurociência). Em
1980, começa-se a entender que os sintomas não estavam apenas relacionados ao
corpo à 1ª
reforma psiquiátrica, oposto ao “penso, logo existo”. Psicanálise desconstrói o
paradigma exclusivamente orgânico, consciente (ideia de inconsciente). Dessa
corrente humanista, surgem várias escolas de psicopatologia que relacionam a
patologia ao afeto, história de vida.
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Trabalho de PPP
II – Métodos
-Sujeitos: quem? Quantos? Onde? Por que? Função; faixa etária; gênero; escolaridade; sócio econômico.
-Instrumentos (coleta de dados e análise de dados): indicar/justificar o instrumento (que tipo de entrevista? Por que entrevista? Segundo quem? Por que observação? Análise de dados por análise de conteúdo); descrever os procedimentos. O roteiro da entrevista deve estar pronto.
-Ressalvas éticas: quais os cuidados éticos?
-Aparatos: materiais utilizados na entrevista e na análise (não entra o roteiro de entrevista, este será citado nos instrumentos da coleta de dados) – gravador, software, caderno de campo etc.
-Cronograma: resultados, discussão e conclusão.
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