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domingo, 24 de maio de 2015
-Um
amigo associou a ideia de sensação de infinito / sentimento oceânico /
eternidade.
-É
vinculado e indiferenciado da realidade externa.
-Freud
tenta ligar com a questão genética (genes).
-O
ego é delimitado fisicamente no sentido objetivo, mas isso não é dado de forma
subjetiva.
-Sentimento
de indiferenciação, de estar um com o outro, sustenta a religião.
-A
preocupação com o outro só acontece quando há um eu integrado / separado /
estabelecido.
-As
fronteiras do ego não são permanentes.
-O
ego tende a isolar toda forma de desprazer / delimita para deixar o prazer
dentro e o desprazer fora.
-O
prazer pode estar no objeto externo.
-Originalmente,
o ego inclui tudo. Depois se separa da realidade externa.
-Só
na mente é possível manter as etapas anteriores lado a lado / momentos de
integração e não-integração.
-Existe
um desamparo inicial, e por conta dele cremos em algo maior que cuida de nós.
-Desamparo
sustentado pelo medo superior do destino.
-Pai
dá a segurança para a criança.
-Exigência
quase impossível: “amai ao próximo como a ti mesmo” e “ama os teus inimigos”.
Pede para entrar em contato com o lado bom dentro de si, criando a consciência
de que o mal pode existir.
-Freud:
agressividade inata e destrutiva.
-A
sexualidade funda a identidade / personalidade / formação de família
(triângulo).
Resumo da aula de CHO (14/05)
Postado em Comportamento humano nas organizações
Trabalho em equipe
Grupo X equipe: Wagner e Hollenbeck.
-Grupo:
duas ou mais pessoas reunidas em torno de um objetivo.
-Transitamos
por vários grupos permanentes (família, amigos).
-Equipe:
grupo com dois componentes que diferenciam:
1. Vínculo emocional: relação de interdependência (todo contido nas partes).
2. Senso de identidade: identificação enquanto membro da equipe.
1. Vínculo emocional: relação de interdependência (todo contido nas partes).
2. Senso de identidade: identificação enquanto membro da equipe.
-Temos
uma cultura individualista.
-O
conceito de equipe vem do modelo japonês (multifuncionalidade).
Pontos positivos da equipe:
-Cada
equipe de trabalho é uma subcultura.
-Geração
de ideias maior.
-Comprometimento.
-Facilita
o trabalho do supervisor (equipe caminha sozinha).
-Cada
líder tem potenciais diferentes (individual em prol da equipe).
-Relativiza
erros do indivíduo.
Pontos negativos da equipe
-Grupo
fechado / sem troca de informações.
-Divergência
de ideias.
-Cultura
do consenso (todos pensarem igual).
-Resistência
em relação ao gestor.
-Radicalização
das decisões do grupo.
-Nem
sempre podemos confiar na decisão da equipe.
-Ambiente,
stress, divisão de tarefas podem prejudicar o desempenho.
Cultura organizacional
-Schein:
pressupostos básicos que um grupo desenvolveu, percebeu sucesso na integração
interna e externa e replica para os novos integrantes.
Três níveis de cultura:
-Artificialidades
observáveis: observável a olho nu / superficial.
-Valores:
não observa a olho nu / utiliza instrumentos ou técnicas para verificar
(entrevista).
-Pressupostos
básicos: Como pensam, sentem e se comportam (prática).
Elementos da cultura
1. Valores: posso mudar. Pressupostos básicos ou crenças não
mudam.
2. Ritos: passagem de um estado para outro. Sempre acontece.
3. Cerimônia: evento formalizado.
4. História: guardião das culturas (quem conhece a história,
os valores e reproduz).
5. Mito: verdade inabalável, ninguém questiona.
6. Tabus: proibições. Podem ser explícitos ou implícitos.
7. Normas: implícita ou explícita. Como a pessoa deve se
conduzir.
8. Heróis: qualquer pessoa que salve de uma ameaça.
9. Processo de comunicação: observável a olho nu. Maior formalidade
ou informalidade.
10. Símbolos: o ser humano é simbólico. Na empresa, o logotipo,
as cores, crachás com cores para designar níveis hierárquicos, vestimenta,
layout do ambiente.
Resumo da aula de TP (13/05)
Postado em Teoria Psicanalítica
-Grupo
unido precisa de um ponto de ligação (papa, general).
-Precisa
da ilusão de que todos são iguais (mantém a coesão do grupo).
-O
padre é um pai substituto (pede para amar ao outro como a si mesmo).
-Na
família, também existe a ilusão (mãe ama todos os filhos da mesma forma).
-Tudo
é investimento libidinal (sexualidade é a base da vida).
-No
exército, também há investimento libidinal com os demais integrantes e
comandantes.
-Principal
fenômeno da Psicologia em grupo: perda da liberdade da personalidade
individual. Liberdade limitada em função dos tipos de laços que ali existem.
-Situação
de pânico não tem a ver com o perigo real (já enfrentou vários), mas sim com os
laços libidinais (laço não é tão forte, passa insegurança). Pode ser melhor se
existirem laços libidinais.
-Síndrome
do pânico: rompe momentaneamente os laços libidinais.
-Se
um grupo se desintegra, surge o pânico. Se não ouvem o líder, se só olham para
si mesmos. Acontece em situações triviais.
-Igreja
é disciplinar.
-Filho
de Deus, desde que corresponda ao esperado.
-Quem
faz diferente é considerado ruim, pois está fora dos laços libidinais (“ovelha
negra”).
-Terapeuta
legitima a ansiedade primitiva que ali existe.
-Todos
os elementos que estão no paciente, estão no terapeuta (configuradas de maneira
diferente).
-Identidade:
elementos de identificação desde o nascimento (primitivo).
-Processo
de identificação: gostaria de ser (menino com o pai) / gostaria de ter (relação
com a mãe) – relação de objeto.
-Sintoma
da tosse pode ter a ver com um processo de identificação: toma o lugar da mãe
por ter o mesmo sintoma.
-Identificação
apareceu no lugar da escolha de objeto. A escolha de objeto regrediu para ID.
-A
identificação renova o ego.
-Se
perde um objeto, temos que elaborar o luto. A melancolia impede: prende o
objeto morto no ego. Impossibilidade de elaborar de forma saudável.
Resumo da aula de PCOM (12/05)
Postado em Psicologia Comunitária
-Análise
genealógica do social: conceito construído a partir de jogos de força
(Foucault) - acontecimento; alguém exerce poder sobre o outro e o outro
legitima (relações de poder unilateral que se alterna).
-Todas
as relações são de poder (exceto as de violência).
-Acontecimentos:
a todo momento / alguns pegamos e reproduzimos / legitimado nas relações de
poder / fator ao acaso que legitimamos e reproduzimos.
2 momentos (século XVIII):
-Primeira
configuração: assistência a quem não pode trabalhar – preocupação com crianças,
deficientes e idosos. Assistencialismo (momentâneo).
-Segunda
configuração: ascensão da burguesia/capitalismo – revolução por insatisfação –
governantes estudam o comportamento das pessoas para descobrir a melhor maneira
de dominar sem perceber.
-Ordem
social e social como objeto de estudo (sociologia, antropologia, psicologia,
ciências humanas, medicina). O capitalismo produz o social. Conceito “social”
surge quando a sociedade não consegue lidar sozinha com algumas questões.
-Social
busca a Psicologia.
-Foucault:
Psicologia é um instrumento de controle, serve a sociedade dominante, produz
técnicas que não são a favor de todos os indivíduos.
-Periculosidade:
se baseia em estereótipos.
-Pessoas
perigosas são cuidados pela segurança pública, não pela assistência.
Assistência trabalha com pessoas que estão em perigo (vulneráveis – tendência a
serem perigosas).
-Ainda
tentamos controlar essas pessoas que, de alguma forma, vivem diferente?
-Assistência
está entre o “coitado” e o que “tem direito” (campo de tensão).
-Psicólogo
pode aproveitar certas ocasiões para problematizar, ao invés de apenas
reproduzir comportamentos.
-Objetivo
de diminuir a desigualdade social.
-Modelo
ainda em construção (trabalha como assistente social).
-Psicólogo
comunitário tem como objetivo: emancipação dos sujeitos e diminuição da
desigualdade.
sábado, 23 de maio de 2015
Resumo da aula de CHO (07/05)
Postado em Comportamento humano nas organizações
Comunicação e liderança
-Usar feedback ajuda melhorar
a comunicação.
-Comunicação: ação comum (duas
ou mais pessoas).
-Problemas: ruídos (qualquer
coisa que distrai ou atrapalha a atenção / palavra chega distorcida), filtragem
(mensagem chega em partes - receptor - filtro o que é interessante para mim) e
bloqueio (mensagem não chega, é bloqueada).
Como
melhorar o feedback:
-Saber ouvir: estar presente
no que a pessoa disse.
-Empatia: se colocar no lugar
do outro para ter comunicação adequada.
-Linguagem.
-Evitar gírias/palavras
técnicas.
-Verbal X não verbal.
-Usar o feedback (retroalimentação).
-Descritivo ao invés de
avaliativo (julgamento).
-Específico ao invés de geral
(generalizar).
-Direto.
-Oportuno (no momento atual - mais
próximo ao comportamento).
-Solicitado (pessoa está
aberta a ouvir).
Liderança
Chefia
X liderança
-Líder entende o que o grupo
pensa para saber como motivar / capacidade de influenciar pessoas em torno de
um objetivo.
-Chefe tem um cargo
(hierarquia) de comando.
-É nata? Não. O líder
influencia pessoas / capacidade que pode ser desenvolvida.
-Características pessoais
universais? Não.
-Situacional: podemos
influenciar em determinadas situações.
-Comunicativo, poder,
flexível, empatia, carismático.
Estilo:
-Autocrático: o que, como e
quando fazer.
-Democrático: desenvolver
relacionamento com as pessoas / criatividade.
-Laissez faire (liberal): se
preocupa com o resultado (metodologia depende da pessoa / nível de maturidade
alto).
Hersey e Blanchard
Autocrático 》democrático
》liberal.
Tipos de poder
-Coercitivo: punição, ameaça,
advertência, demissão, olhar reprovador, reforçador negativo.
-Recompensa: reforçador
positivo, aumento, promoção, elogio.
-Especialização: conhecimento ou
habilidade que influencia os outros.
-Poder legítimo: cargo que o
indivíduo ocupa dentro da empresa.
-Referência: características
pessoais que influenciam as pessoas.
Conflito
-Wagner e Hollenbeck.
-Divergência entre as partes.
-Pode ser positivo (resultado
construtivo para ambos).
-Má administração: negativo.
-Níveis: intrapsíquico
(consigo mesmo), interpessoal (entre pessoas), intragrupal (dentro de um grupo),
intergrupal (vários grupos).
Formas
de administração do conflito:
-Competição: sobreposição da
opinião do outro.
-Acomodação: cede a opinião do
outro.
-Abstenção: não
enfrenta/administra de maneira adequada / evita.
-Colaboração: inovação /
divergência convergida para uma concordância (consenso).
-Transigência: resultado não é
totalmente satisfatório para as partes (parcialmente / geralmente tem um
mediador).
Resumo da aula de TP (06/05)
Postado em Teoria Psicanalítica
-Perdemos
liberdade por que agimos em relação a conteúdos reprimidos.
-Psicanálise
trabalha a liberdade nas pessoas.
-Freud
foi criticado por julgarem que o analista está sempre certo (o que não faz
sentido para o indivíduo é conteúdo reprimido). Escreveu um texto, onde afirma
que apenas ajuda a pessoa a entrar em contato com a própria verdade.
-Objetivo
da Psicanálise: abandonar as repressões (sintoma é resultado de repressões).
-Temos
um repertório e nos relacionamos com o terapeuta a partir dele (transferência,
recurso emocional para lidar com a realidade, falar livremente).
-O
analista deve ter a atenção flutuante: não procurar conscientemente a lógica
(causa-efeito), pois pode se perder no objetivo (mesmo que nem tudo seja
subjetivo). Dentro da sessão ocorre uma comunicação inconsciente (o tempo
todo), e é necessário estabelecer um contato com o outro para recebê-la.
-A
rivalidade fraterna é natural.
-Terapia
é um processo de construção (preenche lacunas).
-Envolve
a ideia de recordação.
-O
psicótico vive no inconsciente, não tem ideia de continuidade (linha do tempo).
-Trabalho
de construção e reconstrução (analogia com o arqueólogo, que lida com
fragmentos que dão indícios temporais. O psicólogo tem as condições mais
favoráveis por ter o objeto como um todo - nada se perde no inconsciente).
-O
efeito terapêutico pode se dar por que o indivíduo se recorda ou por que faz
sentido.
-Psicanálise
quer trazer à luz o que está oculto.
-Tratar
com a pessoa de forma verbal o que ela vivencia inconscientemente.
-Hipótese
necessita de análise para não ser uma projeção do terapeuta sobre o paciente (ver
se faz sentido para a pessoa) – formas indiretas.
-Com
o tempo, percebe-se uma evolução subjetiva e na postura da pessoa.
Resumo da aula de TP (29/04)
Postado em Teoria Psicanalítica
Narcisismo
-Agressividade não é necessariamente ruim (depende da intensidade em que
acontece).
-Mito de Narciso: se apaixonou
pela própria imagem, sem saber que era ele (investimento em si próprio, sem
perceber que não olha para o outro - inconsciente).
-1910: escolha de objeto dos
homossexuais, que tomam a si mesmos como objeto de desejo.
-No início, o prazer é auto
erótico (criança com o próprio corpo).
-Narcisismo primário: não
investe nos outros objetos; não tem contato definido com a realidade; criança
toma a si mesma como centro do mundo; só vê a realidade a partir dela.
-Importância de manter com a
família (os processos acontecem com esse contato).
-Narcisismo secundário:
estabelece fundamentos de autoestima e coexiste com amor ao objeto; parte da
energia psíquica para fora e parte para dentro (equilíbrio); temos
disponibilidade de investir energia para fora ou para dentro, quando
necessário.
-Histérica tem o eu integrado.
O esquizofrênico não tem.
-Delírio de grandeza, psicose:
narcisismo patológico.
-O delírio de grandeza vem do
narcisismo primário.
-Esquizofrenia: não tem
relacionamento com a realidade externa; investe energia psíquica a si mesmo; não amadurece; volta
ao narcisismo primário, agora patológico.
-Trabalho voluntário: muito
investimento no outro e quase nenhum em si mesmo.
-Na doença orgânica, tira
investimento externo e reverte para interno.
-O hipocondríaco foca no órgão
que o faz sofrer.
-Escolha por apoio: coloca em
outras relações o primeiro objeto de amor (mãe).
-Escolha narcísica: o que
queria ser; parecido comigo; que enfatize minhas qualidades. Não são tão bem
definidas (geralmente homossexual, mas pode ser heterossexual).
-A escolha por apoio é mais
frequente no homem. A mulher tem uma necessidade de amor mais narcísico (quer ser amada).
-A adoção dá certo quando
existe uma extensão narcísica. A escolha por apoio é mais fácil que a narcísica
(complexa/vivência), mas esta tem que existir.
-Extensão narcísica deve
diminuir durante a vida (independência).
-O bebê é o foco quando é o
representante do narcisismo do pai.
-É patológico quando o filho
tem que ser o que o pai não foi (sufocante).
-Ego ideal: adulto projeta
como seu ideal pode substituir o narcisismo. Temos um ideal internalizado
(filho lindo) e isso passa à vida adulta, causando uma constante necessidade de
alcançar este ideal.
-O bebê não estabelece
relações de objeto desde o nascimento. Só com a diferenciação entre interno e
externo / fantasia e realidade.
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Trabalho de PPP
II – Métodos
-Sujeitos: quem? Quantos? Onde? Por que? Função; faixa etária; gênero; escolaridade; sócio econômico.
-Instrumentos (coleta de dados e análise de dados): indicar/justificar o instrumento (que tipo de entrevista? Por que entrevista? Segundo quem? Por que observação? Análise de dados por análise de conteúdo); descrever os procedimentos. O roteiro da entrevista deve estar pronto.
-Ressalvas éticas: quais os cuidados éticos?
-Aparatos: materiais utilizados na entrevista e na análise (não entra o roteiro de entrevista, este será citado nos instrumentos da coleta de dados) – gravador, software, caderno de campo etc.
-Cronograma: resultados, discussão e conclusão.
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