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sábado, 27 de maio de 2017
Ética profissional –
NP2
Documentações
-Existem várias resoluções.
-Resolução 007/2003: documentos emitidos pelo psicólogo.
-Código de ética apresenta elementos norteadores, dá
diretrizes. As resoluções têm a mesma preocupação: definir e orientar determinadas
coisas.
-Manual composto por:
I- Princípios
norteadores: de escrita (escrita e termos
adequados, preocupados com o destinatário) e éticos (não compactuar com
segregação e ter consciência de que as pessoas estão inseridas em um contexto
sócio histórico cultural).
II- Modalidade de
documentos:
-Declaração: documento que visa informar a
ocorrência de fatos e situações objetivas com a finalidade de declarar.
Declara: comparecimento do atendido; comparecimento do acompanhante, quando
necessário; informações sobre o atendimento. Estrutura: ser emitido em papel
timbrado ou apresentar uma subscrição com carimbo em que conste nome e
sobrenome do psicólogo e CRP; a declaração deve expor nome e sobrenome do
solicitante; registro de local e data; assinatura do psicólogo com sua
identificação ou carimbo.
-Atestado psicológico: documento que certifica
situação ou estado psicológico. Tem como finalidade afirmar sobre as condições
psicológicas de quem o solicita. Serve para: justificar faltas; justificar
aptidão para atividade específica; justificar afastamentos. Estrutura: deve
restringir-se a solicitação do requerente; ser emitido em papel timbrado ou ter
o carimbo com nome; deve ter nome e sobrenome do cliente; finalidade do
documento; registro e informação do sintoma (CID); situação psicológica que
justifique o afastamento; assinatura e carimbo; registros de forma corrida
(separados apenas por pontuação, sem parágrafos, para evitar adulterações). O
material da avaliação psicológica deve ser guardado por 5 anos.
-Relatório/laudo psicológico: é uma
apresentação descritiva acerca de situações e/ou condições psicológicas e suas
determinações históricas, sociais, políticas e culturais. Deve ser subsidiado à
luz de um instrumental técnico. Finalidade: apresentar procedimentos,
conclusões do processo, relatando sobre encaminhamento, diagnóstico e
prognóstico, limitando-se a fornecer as solicitações necessárias pela demanda
ou petição. Estrutura: deve conter narrativa detalhada e didática com clareza,
precisão e harmonia, tornando-se acessível ao destinatário; termos técnicos de
maneira lógica e explicados. Deve conter, no mínimo, cinco itens: identificação
(quem elabora, quem solicita, assunto e finalidade), descrição da demanda
(queixa, razões da elaboração do documento, análise da demanda de forma a
justificar o procedimento adotado), procedimento (sustentará os instrumentos
técnicos utilizados, deve ser pertinente para avaliar a complexidade do que se
está demandado), análise (exposição descritiva de forma metódica, objetiva e
fiel dos dados colhidos e das situações vividas relacionadas a demanda e sua
necessidade, com determinações históricas, sociológicas e políticas; deve-se
respeitar a fundamentação teórica que sustenta o instrumental técnico
utilizado; somente deve ser relatado o que for necessário para o esclarecimento
do encaminhamento) e conclusão (expor o resultado ou considerações a partir das
referências que subsidiam o trabalho; nome, sobrenome e assinatura do
psicólogo).
-Parecer: documento fundamentado sobre uma
questão focal do campo psicológico que pode ser conclusivo. Serve para tirar
uma dúvida, tomar uma decisão, dar uma resposta esclarecedora através de uma
avaliação especializada de uma questão problema. Se não há elementos: “sem
elementos de convicção”. Deve se apresentar a questão em tese, não sendo
necessária a descrição detalhada dos procedimentos.
III-
Conceito/finalidade/estrutura;
IV- Validade dos
documentos: o prazo de validade do
conteúdo do documento de avaliação psicológica deve considerar definição legal
ou, caso não tenha, seguir pelo teste.
V- Guarda dos
documentos: os documentos e o material
que o fundamentou devem ser guardados pelo prazo mínimo de 5 anos, sendo de
responsabilidade da instituição e do psicólogo.
Testes psicológicos
-Resolução 02/2003.
-Somos dinâmicos, envolve movimento.
-RAVEN, HTP, Rorschach,
TAT, CAT, WISC.
-Testes são de uso privativo do psicólogo.
-ADT foi feito no contexto organizacional, não tem uma
percepção teórica da Psicologia, tem teoria de administração. Tenta colocar as
pessoas em uma perspectiva de como administram seu tempo.
-Testes devem ser catalogados e liberados pelo conselho
federal. Devem estar dentro do prazo e adaptados à nossa cultura.
-Testes não
projetivos: têm um trabalho estatístico, aplica em várias pessoas para
obter uma média e formar um gráfico. Utiliza questões de múltipla escolha ou
similares, acerto e erro, escalas (exemplo: IFP – inventário fatorial de
personalidade – mede 12 fatores da personalidade; tem 156 afirmações, onde
deve-se escolher um número da escala de 1 a 8 de acordo com o quanto concorda
ou não com a afirmação). Geralmente têm fundo comportamental/behaviorista. Deve
ter clara a forma de correção a partir dos intervalos.
-Testes projetivos:
apresentação da fundamentação teórica mais claramente. Deve ter evidências
empíricas.
-Artigo 7 da resolução: testes estrangeiros de qualquer
natureza (projetivo, inteligência, personalidade), traduzidos para o português,
devem ser adequados ao Brasil, considerando o ambiente cultural de onde foram
realizados os estudos para sua elaboração.
-O teste deve ser usado para o contexto em que foi criado
(exemplo: organizacional em organizacional).
-Será considerada falta ética a utilização de testes
psicológicos que não constam na relação de testes aprovados pelo conselho
federal, salvo casos de pesquisa (caso algum psicólogo queira usar, não para
tirar conclusões, mas para pesquisar).
-Na comercialização de testes, as editoras manterão
procedimentos de controle onde constam o nome e CRP e teste que o psicólogo
adquiriu.
-O psicólogo em formação pode aplicar testes desde que
tenha uma supervisão. Além disso, somente psicólogos formados podem aplicar e
ensinar.
-Artigo 8 do código de ética: para realizar atendimento
contínuo com criança ou adolescente, o psicólogo deve obter autorização de um
dos responsáveis. Caso não tenha, alguma autoridade será responsável.
Sigilo
-Artigo 9 do código de ética: é dever respeitar o sigilo
pessoal, afim de proteger a identidade da pessoa, grupo ou organização.
-Nas situações em que se configure conflito entre as
exigências do artigo 9 e o direito de bem-estar, excetuando-se os casos previstos
em lei, o psicólogo poderá decidir pela quebra do sigilo, baseando-se na busca
do menor prejuízo.
-Tudo que for anotado, o paciente deve saber que há um
documento e o que foi anotado.
-O que inspira o código de ética vem da revolução francesa
e da declaração universal dos direitos humanos.
-O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e
qualidade de vida das pessoas e contribuirá para a redução da discriminação,
violência, crueldade e opressão.
-O psicólogo atuará com responsabilidade social, analisando
criticamente a realidade social, econômico, política e cultural.
-Atuará com o contínuo aprimoramento profissional.
-Promover a universalização do acesso da população ao
conhecimento da Psicologia.
-Zelará para que o exercício profissional ocorra com
regularidade, evitando que os serviços sejam utilizados de forma inadequada.
-Considerará as relações de poder nos contextos que atua e
seus impactos, posicionando-se de forma crítica e em consonância com o código.
-Código de ética profissional do psicólogo (sigilo,
princípios...).
Resoluções:
-015/1996: concessão de atestado psicológico
para tratamento de saúde por problemas psicológicos.
-012/1997: disciplina e ensino de métodos e
técnicas psicológicas em cursos livres e de pós-graduação para psicólogos e não
psicólogos.
-02/2003: uso, elaboração e comercialização de
testes psicológicos.
-07/2003: manual de elaboração de documentos
padronizados e decorrentes de avaliação psicológica.
-É proibido o uso de testes não aprovados pelo conselho
federal, exceto em caráter de pesquisa.
-Documentos: declaração (informações triviais e objetivas),
atestado psicológico (sucinto, estado psicológico, se está apto), relatório/laudo
psicológico (apresentação descritiva de situações psicológicas, descrever o que
foi feito e prognósticos, de acordo com a necessidade do solicitante), parecer
psicológico.
-Sigilo: menor prejuízo. Em situações emblemáticas, a
avaliação verifica o que é menos prejudicial para o sujeito.
Resumo da aula de ÉP (26/05)
Postado em Ética profissional
-Código de ética profissional do psicólogo (sigilo,
princípios...).
Resoluções:
-015/1996: concessão de atestado psicológico
para tratamento de saúde por problemas psicológicos.
-012/1997: disciplina e ensino de métodos e
técnicas psicológicas em cursos livres e de pós-graduação para psicólogos e não
psicólogos.
-02/2003: uso, elaboração e comercialização de
testes psicológicos.
-07/2003: manual de elaboração de documentos
padronizados e decorrentes de avaliação psicológica.
-É proibido o uso de testes não aprovados pelo conselho
federal, exceto em caráter de pesquisa.
-Documentos: declaração (informações triviais e objetivas),
atestado psicológico (sucinto, estado psicológico, se está apto), relatório/laudo
psicológico (apresentação descritiva de situações psicológicas, descrever o que
foi feito e prognósticos, de acordo com a necessidade do solicitante), parecer
psicológico.
-Sigilo: menor prejuízo. Em situações emblemáticas, a
avaliação verifica o que é menos prejudicial para o sujeito.
sexta-feira, 19 de maio de 2017
Trabalho de Ética Profissional
Postado em Dicas, Ética profissional
Trabalho em grupo para o dia da prova (02/06):
Uma resenha simples nas normas da ABNT, contendo:
- Capa/identificações;
- Apresentação, breve histórico e caracterização do tema ;
- Questões éticas relacionadas ao tema;
- Posicionamento do CFP/CRP/Código de Ética sobre o tema;
- Como o tema é tratado em outros Países;
- Conclusão;
- Referências Bibliográficas.
- · Psicologia e direitos humanos
- · Psicologia e políticas públicas
- · Psicologia e mídia
- · Ética e pesquisa com seres humanos
- · Drogas e redução de danos
- · Avaliação psicológica
- · Justiça terapêutica
- · Psicologia e luta antimanicomial
- · Serviços psicológicos mediados por computador
- · Terapias emergentes (práticas alternativas)
- · Ética e sexualidade
- · Ética e questões étnicas
- · Regulamentação das psicoterapias no Brasil
- · Publicidade e Psicologia
- · Ética e sigilo profissional
Resumo da aula de ÉP (19/05)
Postado em Ética profissional
-Artigo 8 do código de ética: para realizar atendimento
contínuo com criança ou adolescente, o psicólogo deve obter autorização de um
dos responsáveis. Caso não tenha, alguma autoridade será responsável.
Sigilo
-Artigo 9 do código de ética: é dever respeitar o sigilo
pessoal, afim de proteger a identidade da pessoa, grupo ou organização.
-Nas situações em que se configure conflito entre as
exigências do artigo 9 e o direito de bem-estar, excetuando-se os casos
previstos em lei, o psicólogo poderá decidir pela quebra do sigilo, baseando-se
na busca do menor prejuízo.
-Tudo que for anotado, o paciente deve saber que há um
documento e o que foi anotado.
-O que inspira o código de ética vem da revolução francesa
e da declaração universal dos direitos humanos.
-O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e
qualidade de vida das pessoas e contribuirá para a redução da discriminação,
violência, crueldade e opressão.
-O psicólogo atuará com responsabilidade social, analisando
criticamente a realidade social, econômico, política e cultural.
-Atuará com o contínuo aprimoramento profissional.
-Promover a universalização do acesso da população ao
conhecimento da Psicologia.
-Zelará para que o exercício profissional ocorra com regularidade,
evitando que os serviços sejam utilizados de forma inadequada.
-Considerará as relações de poder nos contextos que atua e
seus impactos, posicionando-se de forma crítica e em consonância com o código.
sexta-feira, 12 de maio de 2017
Resumo da aula de ÉP (12/05)
Postado em Ética profissional
Testes psicológicos
-Resolução 02/2003.
-Somos dinâmicos, envolve movimento.
-RAVEN, HTP, Rorschach,
TAT, CAT, WISC.
-Testes são de uso privativo do psicólogo.
-ADT foi feito no contexto organizacional, não tem uma
percepção teórica da Psicologia, tem teoria de administração. Tenta colocar as
pessoas em uma perspectiva de como administram seu tempo.
-Testes devem ser catalogados e liberados pelo conselho
federal. Devem estar dentro do prazo e adaptados à nossa cultura.
-Testes não
projetivos: têm um trabalho estatístico, aplica em várias pessoas para
obter uma média e formar um gráfico. Utiliza questões de múltipla escolha ou
similares, acerto e erro, escalas (exemplo: IFP – inventário fatorial de
personalidade – mede 12 fatores da personalidade; tem 156 afirmações, onde
deve-se escolher um número da escala de 1 a 8 de acordo com o quanto concorda
ou não com a afirmação). Geralmente têm fundo comportamental/behaviorista. Deve
ter clara a forma de correção a partir dos intervalos.
-Testes projetivos:
apresentação da fundamentação teórica mais claramente. Deve ter evidências
empíricas.
-Artigo 7 da resolução: testes estrangeiros de qualquer
natureza (projetivo, inteligência, personalidade), traduzidos para o português,
devem ser adequados ao Brasil, considerando o ambiente cultural de onde foram
realizados os estudos para sua elaboração.
-O teste deve ser usado para o contexto em que foi criado (exemplo:
organizacional em organizacional).
-Será considerada falta ética a utilização de testes psicológicos
que não constam na relação de testes aprovados pelo conselho federal, salvo
casos de pesquisa (caso algum psicólogo queira usar, não para tirar conclusões,
mas para pesquisar).
-Na comercialização de testes, as editoras manterão procedimentos
de controle onde constam o nome e CRP e teste que o psicólogo adquiriu.
-O psicólogo em formação pode aplicar testes desde que
tenha uma supervisão. Além disso, somente psicólogos formados podem aplicar e
ensinar.
sábado, 6 de maio de 2017
Resumo da aula de ÉP (05/05)
Postado em Ética profissional
Documentações
-Existem várias resoluções.
-Resolução 007/2003: documentos emitidos pelo psicólogo.
-Código de ética apresenta elementos norteadores, dá
diretrizes. As resoluções têm a mesma preocupação: definir e orientar determinadas
coisas.
-Manual composto por:
I- Princípios
norteadores: de escrita (escrita e termos
adequados, preocupados com o destinatário) e éticos (não compactuar com
segregação e ter consciência de que as pessoas estão inseridas em um contexto
sócio histórico cultural).
II- Modalidade de
documentos:
-Declaração: documento que visa informar a
ocorrência de fatos e situações objetivas com a finalidade de declarar.
Declara: comparecimento do atendido; comparecimento do acompanhante, quando
necessário; informações sobre o atendimento. Estrutura: ser emitido em papel
timbrado ou apresentar uma subscrição com carimbo em que conste nome e
sobrenome do psicólogo e CRP; a declaração deve expor nome e sobrenome do
solicitante; registro de local e data; assinatura do psicólogo com sua
identificação ou carimbo.
-Atestado psicológico: documento que certifica
situação ou estado psicológico. Tem como finalidade afirmar sobre as condições
psicológicas de quem o solicita. Serve para: justificar faltas; justificar
aptidão para atividade específica; justificar afastamentos. Estrutura: deve
restringir-se a solicitação do requerente; ser emitido em papel timbrado ou ter
o carimbo com nome; deve ter nome e sobrenome do cliente; finalidade do
documento; registro e informação do sintoma (CID); situação psicológica que
justifique o afastamento; assinatura e carimbo; registros de forma corrida
(separados apenas por pontuação, sem parágrafos, para evitar adulterações). O
material da avaliação psicológica deve ser guardado por 5 anos.
-Relatório/laudo psicológico: é uma
apresentação descritiva acerca de situações e/ou condições psicológicas e suas
determinações históricas, sociais, políticas e culturais. Deve ser subsidiado à
luz de um instrumental técnico. Finalidade: apresentar procedimentos,
conclusões do processo, relatando sobre encaminhamento, diagnóstico e
prognóstico, limitando-se a fornecer as solicitações necessárias pela demanda
ou petição. Estrutura: deve conter narrativa detalhada e didática com clareza,
precisão e harmonia, tornando-se acessível ao destinatário; termos técnicos de
maneira lógica e explicados. Deve conter, no mínimo, cinco itens: identificação
(quem elabora, quem solicita, assunto e finalidade), descrição da demanda
(queixa, razões da elaboração do documento, análise da demanda de forma a
justificar o procedimento adotado), procedimento (sustentará os instrumentos
técnicos utilizados, deve ser pertinente para avaliar a complexidade do que se
está demandado), análise (exposição descritiva de forma metódica, objetiva e
fiel dos dados colhidos e das situações vividas relacionadas a demanda e sua
necessidade, com determinações históricas, sociológicas e políticas; deve-se
respeitar a fundamentação teórica que sustenta o instrumental técnico
utilizado; somente deve ser relatado o que for necessário para o esclarecimento
do encaminhamento) e conclusão (expor o resultado ou considerações a partir das
referências que subsidiam o trabalho; nome, sobrenome e assinatura do
psicólogo).
-Parecer: documento fundamentado sobre uma
questão focal do campo psicológico que pode ser conclusivo. Serve para tirar
uma dúvida, tomar uma decisão, dar uma resposta esclarecedora através de uma
avaliação especializada de uma questão problema. Se não há elementos: “sem
elementos de convicção”. Deve se apresentar a questão em tese, não sendo
necessária a descrição detalhada dos procedimentos.
III-
Conceito/finalidade/estrutura;
IV- Validade dos
documentos: o prazo de validade do
conteúdo do documento de avaliação psicológica deve considerar definição legal
ou, caso não tenha, seguir pelo teste.
V- Guarda dos
documentos: os documentos e o material
que o fundamentou devem ser guardados pelo prazo mínimo de 5 anos, sendo de
responsabilidade da instituição e do psicólogo.
quarta-feira, 5 de abril de 2017
(RESUMÃO) Ética profissional – NP1
Postado em Ética profissional
Ética profissional –
NP1
Ética X Moral
-Freud: o mal-estar
da civilização – o homem deixa de ser “bicho” e passa a conviver em ‘civis’
(cidade). Para Freud, para que as pessoas pudessem passar pelo processo
civilizatório, era necessário abrir mão de instintos primeiros.
-Preservação da espécie: eros / pulsão de vivo / instinto de
vida.
-Tudo que é vivo, morre: pulsão de morte.
-Tudo o que é favorável para a preservação da espécie e
para nossa própria, tem a tendência de ser repetido: costumes (moros – moral).
-Segundo Freud, a energia foi canalizada/sublimada para a
produção de cultura (cultivar, incentivar, fazer com que aconteça mais). O
primeiro ato de sublimação foi com a linguagem para deslocar sentimentos e
sentidos para outro lugar.
-Se tenho pulsão, tenho o movimento. Se tenho a palavra,
tenho o desejo.
-Moral:
procedimentos e costumes que a civilização adquiriu e em que nascemos, com os
quais conseguimos evitar coisas ruins e fazer coisas boas que preservem as
relações. Deve se adequar às condições de subsistência em que o indivíduo vive
(os costumes e a moral são adaptados para que a humanidade sobreviva; os
valores são construídos a partir disso). Criam condições que garantam a
resistência dentro do contexto, não é rígida, é flexível. Existem várias
morais. Cria regras (régua, criar medidas, dimensões, regular).
-O que permeia a relação do indivíduo com o coletivo é a
moral. A ciência que estuda essa relação é a ética (ethos – comportamento).
Ética estuda comportamentos morais.
-Somos o que somos por conta de uma moral.
-Moral é uma regulamentação do convívio entre pessoas. É moral normativa, pois estabelece normas (tem algum tipo de coerção
social, que pode ou não virar lei).
-Moral factual:
fato/ato moral, ou seja, o comportamento realizado. Só acontece em ato, tem uma
concretude. Pode ser uma palavra dita (são atos, pois curam e machucam).
-Desejo: palavra que catalisa a pulsão e dá vasão. Pulsão:
energia a ser canalizada em direção a algo.
-O desejo, por si só, já é uma repressão do que queremos
fazer.
-A moral só é possível em uma condição civilizatória.
-Superego (moral) tenta fazer uma cisão entre o desejo e o
ego.
-A moral factual
envolve um fato, um ato moral. Um ato moral é caracterizado por ter um fim/uma
finalidade, portanto é teleológico. Para chegar a um fim, temos meios.
-Para avaliar um ato moral (julgamento moral de um ato),
deve considerar condições de liberdade (escolha - se for coagido, não pode
responder por isso), racionalidade e conhecimento (se desconhece a regra, não
pode responder por isso).
-Não somos livres (libertarismo),
somos determinados (determinismo).
-A moral normativa
muda em uma sociedade, se adequa à possibilidade de sobrevivência de cada
contexto. Cada agrupamento social tem um tipo de moral distinta, que mesmo
dentro de um grupo, com o tempo, muda. Os atos morais revitalizam a moral
normativa.
-A necessidade é o oposto da liberdade. Não sou livre, pois
tenho necessidade (temos limites).
-Ato social:
possibilidade de se fazer algo (liberdade X necessidade). Se tem só liberdade,
também não consegue sobreviver. A liberdade plena não há em ato. A completa
coerção também não há em ato.
-A Psicologia no Brasil começou veiculada ao pensamento
médico (higienismo).
-Higéia (deusa grega) – saúde à higiene, sanitarista.
-Diferente pensar saúde mental de outras saúdes, parâmetros
diferentes.
-A visão sanitarista mudou a configuração das casas para evitar
doenças, depois mudou a água. Vai mudando comportamentos e subjetividades. E em
saúde mental?
-Algumas hipóteses: hereditariedade (eugenia) e degenerescência
(marginalidades sociais).
-Teorias causais, etiologia (origem das doenças), nosologia
(estudo da doença).
-Hipóteses etiológicas das causas das doenças mentais:
hereditariedade, degenerescência. Na primeira cai-se na eugenia (apuração das
raças), tinham ideias de que a doença era ligada a raça, causando mortes.
-Junta todos que tem sintomas semelhantes em um lugar
escondido, em asilos (alienistas). Fundamentou a abertura dos hospitais psiquiátricos.
Não sabem o que fazer com essas pessoas, então isola e esconde. Observam tudo
isso no indivíduo e esquecem do contexto social.
-Fechamento dos hospitais psiquiátricos, porque antes o
conceito não era de saúde, e sim de limpeza. O fato é que não damos conta da diversidade
humana, não sabemos o que fazer. Em ética, qual tipo de ação tomar? No código
de ética, temos diretrizes, não condutas determinantes, porque são construídas.
Qual a finalidade da ação? Por isso é importante questionar criticamente.
-Como vertente higienista fundou a Psicologia: questões de
saúde. E como está hoje?
-Saúde não pode recair só no sujeito e nem só no social.
-Ética, espaço aberto e não fechado.
-Sabemos que alienar não é a melhor solução. Mas em
diversas questões não sabemos bem o que fazer.
-O discurso psicológico chegou à saúde de modo higienista.
Serviu para classificar as pessoas, diagnosticar e dar conta do contexto da
época.
-Revolução industrial tinha máquinas simples, as pessoas
precisavam ler o que estava escrito nelas. Entretanto, a maior parte das
pessoas era analfabeta. Era necessária mão de obra (gente minimamente
qualificada para trabalhar nas indústrias). Quem frequentava as escolas era a
classe média alta e os religiosos. As escolas eram de alto nível, mas para
alguns. Para combater o analfabetismo, preciso de uma capacitação mínima.
Pessoas de camadas populares colocadas em escolas, ocorre inadaptação pelo
contexto diferente (indisciplina e dificuldade de aprendizagem). Se a pessoa
não aprende, o problema é com elas, não com a escola (têm um rebaixamento
intelectual). Para provar isso, utilizaram os instrumentos da Psicologia
(testes psicológicos), que continham conteúdos que não faziam parte da
realidade dessas pessoas (discurso higienista). Cria-se o ensino técnico, pelas
empresas, para treinar, ao invés de educar (executar ao invés de
pensar). O desafio pedagógico é treinar e alfabetizar as pessoas, para ter
pessoas minimamente capacitadas para trabalhar nas indústrias.
-Psicologia
industrial: microorganizacional:
sujeito. Pessoa certa, no lugar certo, no ponto de vista das funções. Pensou-se
que era mais viável dividir o trabalho (linha de produção), do que encontrar
alguém que fosse capacitado a fazer tudo. Ensino técnico ensina apenas uma
função. A pessoa não se relaciona apenas com as máquinas, mas com o outro.
-Psicologia
organizacional: mesoorganizacional:
relacionamento humano. Pessoa certa, no lugar certo, no ponto de vista das
relações. As pessoas não podem ter divergências muito grandes, pois o trabalho
não será bem feito. Aparecimento do “imaginário” no discurso. Macroorganizacional.
Código de ética do
psicólogo – os pressupostos que o sustentam
-Psicologia como ciência e profissão reconhecida em 1962.
-O código de ética não é normativo por excelência. Traz
diretrizes (direção), no sentido da saúde (autonomia, cidadania, homem). Tem
uma ideia de sociedade, educação, que sustentam as diretrizes.
-Práticas psicológicas não devem tentar enquadrar as
pessoas dentro de um universo socialmente/moralmente determinado.
-Ser livre é saber que posso fazer qualquer coisa e que
terá consequências com as quais terei que lidar (liberdade com
responsabilidade).
-A ideia de cura veio de Freud, para eliminar a
dificuldade.
-O objetivo da Psicologia é dar autonomia às pessoas
(sabendo que tudo tem um preço, mostrando quem são, onde estão e promovendo que
a pessoa descubra). A educação tem um poder de adequação, a Psicologia não.
-A liberdade só é possível quando se tem discernimento.
-O psicólogo deve ser um promotor de autonomia ao ponto de
não ser mais necessário.
-Inclusão/exclusão, controle e afeição.
-Bem-estar: se sentir bem, se entender.
-Diretrizes: saúde (autonomia, cidadania e bem-estar),
sociedade (abrangência social) e homem (homem agente da sua mudança e de
mudança social).
-Abrangência social: psicologia e medicina não acessíveis a
todos (elitizadas).
-Homem: pessoa, tendo condições, consegue mudar a si
próprio e o meio em que vive. Muda sua realidade e a realidade do seu meio.
-Direito é ato, e não o que está escrito.
-O código de ética pressupõe que as práticas psicológicas
devem estar dentro do que se aprende no curso de Psicologia.
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Trabalho de PPP
II – Métodos
-Sujeitos: quem? Quantos? Onde? Por que? Função; faixa etária; gênero; escolaridade; sócio econômico.
-Instrumentos (coleta de dados e análise de dados): indicar/justificar o instrumento (que tipo de entrevista? Por que entrevista? Segundo quem? Por que observação? Análise de dados por análise de conteúdo); descrever os procedimentos. O roteiro da entrevista deve estar pronto.
-Ressalvas éticas: quais os cuidados éticos?
-Aparatos: materiais utilizados na entrevista e na análise (não entra o roteiro de entrevista, este será citado nos instrumentos da coleta de dados) – gravador, software, caderno de campo etc.
-Cronograma: resultados, discussão e conclusão.
Postagens
- novembro (2)
- outubro (3)
- setembro (2)
- agosto (3)
- julho (1)
- maio (6)
- abril (1)
- março (3)
- fevereiro (2)
- janeiro (1)
- novembro (8)
- outubro (20)
- setembro (3)
- agosto (9)
- julho (1)
- maio (14)
- abril (20)
- março (10)
- fevereiro (8)
- janeiro (1)
- novembro (20)
- outubro (1)
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- agosto (9)
- julho (1)
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