sábado, 23 de maio de 2015

0

Resumo da aula de TP (29/04)

Postado em
Narcisismo 

-Agressividade não é necessariamente ruim (depende da intensidade em que acontece).

-Mito de Narciso: se apaixonou pela própria imagem, sem saber que era ele (investimento em si próprio, sem perceber que não olha para o outro - inconsciente).

-1910: escolha de objeto dos homossexuais, que tomam a si mesmos como objeto de desejo.

-No início, o prazer é auto erótico (criança com o próprio corpo).

-Narcisismo primário: não investe nos outros objetos; não tem contato definido com a realidade; criança toma a si mesma como centro do mundo; só vê a realidade a partir dela.

-Importância de manter com a família (os processos acontecem com esse contato).

-Narcisismo secundário: estabelece fundamentos de autoestima e coexiste com amor ao objeto; parte da energia psíquica para fora e parte para dentro (equilíbrio); temos disponibilidade de investir energia para fora ou para dentro, quando necessário. 

-Histérica tem o eu integrado. O esquizofrênico não tem.

-Delírio de grandeza, psicose: narcisismo patológico.

-O delírio de grandeza vem do narcisismo primário. 

-Esquizofrenia: não tem relacionamento com a realidade externa; investe energia psíquica a si mesmo; não amadurece; volta ao narcisismo primário, agora patológico. 

-Trabalho voluntário: muito investimento no outro e quase nenhum em si mesmo.

-Na doença orgânica, tira investimento externo e reverte para interno.

-O hipocondríaco foca no órgão que o faz sofrer.

-Escolha por apoio: coloca em outras relações o primeiro objeto de amor (mãe).

-Escolha narcísica: o que queria ser; parecido comigo; que enfatize minhas qualidades. Não são tão bem definidas (geralmente homossexual, mas pode ser heterossexual).

-A escolha por apoio é mais frequente no homem. A mulher tem uma necessidade de amor mais narcísico (quer ser amada).

-A adoção dá certo quando existe uma extensão narcísica. A escolha por apoio é mais fácil que a narcísica (complexa/vivência), mas esta tem que existir.

-Extensão narcísica deve diminuir durante a vida (independência).

-O bebê é o foco quando é o representante do narcisismo do pai.

-É patológico quando o filho tem que ser o que o pai não foi (sufocante).

-Ego ideal: adulto projeta como seu ideal pode substituir o narcisismo. Temos um ideal internalizado (filho lindo) e isso passa à vida adulta, causando uma constante necessidade de alcançar este ideal.


-O bebê não estabelece relações de objeto desde o nascimento. Só com a diferenciação entre interno e externo / fantasia e realidade.
0

Resumo da aula de PCom (28/04)

Postado em
Histórias das políticas públicas no Brasil.
-Família: políticas de atendimento. 
-Direitos: sociedade feudal para estado-nação. 
-Revolução francesa: liberdade, igualdade e fraternidade).
- Revolução francesa influenciou no Brasil (ideais).
-Século XVIII: Era dos direitos civis (leis - igualdade entre as pessoas).
- Discussão sobre direitos sociais avançou muito na Europa. 
-Século XIX: Direitos políticos (classe trabalhadora) / direitos sociais.

No Brasil
-Década de 30: interação do Estado nas relações do trabalho. 
-Assistência social: mais ligada a filantropia / igreja do que ao estado.
- A igreja fazia trabalho com os pobres (classe trabalhadora) - ricos doavam para ir ao céu. 
-1937: Estado Novo.
- Estado Novo: avanço na participação do estado - INPS, caixas de seguridade (saúde - tinha direito se fosse registrado em carteira, se não, se beneficiavam dos recursos da filantropia). 
-1985-1990: Nova República.
-Nova República: SUS (todos têm direito à saúde).
-1988: LOAS, SUAS, CREAS, CRAS.
- LOAS: Lei Orgânica da Assistência Social (determina organização do SUAS -SUS-, que se materializa nos serviços do CRAS e CREAS (trabalho em rede - CAPS, AMAs, UBS, ONGs). Constituição 1988: constituição cidadã, que sai da filantropia e passa ao direito. 

-Cidadania: usufruir dos direitos políticos, civis e sociais.

LOAS (1988) - SUAS (1993)
-SUAS: Proteção básica e proteção social especial.
-SUAS trabalha com a proteção básica e social especial (só se materializou em 2004 - PNAS CRAS, CREAS). LOAS: trabalho em rede.
-LOAS: Previdência social, saúde e assistência social. 
--LOAS: Assistência Social como política pública (rompe com a lógica do assistencialismo / é fruto da reivindicação social).

-LOAS é inovador, quando:
1) Diferencia do assistencialismo.
2) Política de seguridade social voltada para os setores mais vulneráveis da sociedade. 
3) Estado: centralidade no atendimento. Estado: 3 instâncias controlam (estado, município e federal).
4) Sistema descentralização de gestão e participativo (estado e sociedade civil).

-Estado: federal, municipal e estadual. 
-PNAS: Política Nacional de Assistência Social (2004).
-Funções: inserção, prevenção, promoção e proteção. 
-Política de inclusão. 

Base organização:
1) Família. 
2) Descentralização político-administrativa. 
3) Destinação orçamentária (fundo - 3 esferas do governo). Fundo sustenta as ações LOAS, CRAS, CREAS PNAS. RH: legislação específica do funcionalismo público (concursados - quem trabalha com políticas públicas).
4) Estado dividido: informação. 
5) Políticas de RH.

-Trabalho em territorialização: CRAS em cada município/ bairro para identificar necessidades do grupo / trabalho em rede / desenvolver projetos específicos).

PNAS SUAS CRAS/CREAS. 
-CRAS: família. Atende o indivíduo dentro da família (vínculos familiares não foram cortados). Possui um psicólogo, um assistente social e um gestor.

-CREAS: indivíduos em situação de alta vulnerabilidade (serviços de abrigamento/acolhimento). Quando já perderam vínculos familiares, em risco, alta vulnerabilidade social. 

sábado, 25 de abril de 2015

0

Resumo da aula de EI (23/04)

Postado em
Perigoso e violento

-Papel da mídia: narrar, expressa valores, enunciação.

-Adolescência: período em que o processo psicossociológico de transição entre inf e idd adt depende das circunstâncias sociais.


Evolução da legislação

1830: código criminal do império (casas de correção).

1927: código de menores (efeitos da ausência, tutela do Estado, retirada do Pátrio Poder).

1979: novo código de menores (ditadura, doutrina da segurança, FUNABEM, FEBEM).

1990: ECA (Doutrina da proteção integral - antes de 18 anos é inimputável. Menor não infrator, em conflito com a lei, merece cuidado e orientação). Medidas socioeducativas: 1-advertência; 2-reparação de danos; 3-prestação de serviços; 4-L.A. (liberdade assistida); 5-regime de semiliberdade; 6-internação. 


-Jornal: indicador de visão do mundo [2.95 reportagens, 30 cartas/artigos, 271 no caderno de segurança, 62% crimes(1)/tráfico(4), sistema socioeducativo - ECA(2), medidas(3)].

-Termos: menores infratores, delinquentes, pivetes, bandidos, trombadinhas.


Pesquisa do IPEA – 2002

23,3 milhões - adl (15%).

9.555 privados de liberdade.

2,88 para cada 10.000.

7,4 no Espírito Santo.

70% roubos, furtos. 

30% delitos graves.


Na imprensa: adolescência. 
-Estigma; prática do ato é algo definitivo; constituição do sujeito-laços; defesa de rigidez.

Aspectos:

-Imaturidade, influência no adt, carentes de controle, imaturos para decidir, indicadores de potencialidade, caráter de bandido, futuro negado.
0

Cronograma de Educação Inclusiva

Postado em
Cronograma de Educação Inclusiva

23/04: Texto 12 (perigoso e violento).

30/04: Texto 13 (AH/S).

07/05: Textos 14 e 15 (medicalização).

15/05: Texto 16 (psico e deficiência).

19/05: Filme.

21/05: Mesa redonda (projeto integrado e deficiência/autismo/bipolar/gênero).

28/05: NP2.

11/06: SUB.
0

Resumo da aula de TP (22/04)

Postado em
-A Psicanálise oferece um panorama geral do funcionamento psíquico. 

-O quanto antes relatar, menos se perde.

-Sintomas: tosse nervosa e afonia (não falar) paciente Dora.

-Perversão: na criança, as punções são parciais (uma zona erógena ou outra), tem satisfação parcial. No adulto, a sexualidade é integrada. Satisfação parcial que tende a evoluir para integrada.

-Instrumento que auxilia no alcance do objetivo (técnica).

-Sintoma é uma forma substitutiva da realização do desejo (também é sexualidade).

-Histéricas cuidavam de pessoas doentes: isso pode mobilizar emoções (fantasias infantis inconscientes). É mais fácil de lidar com a morte quando a relação foi boa, se não, mobiliza o que não foi elaborado (maior parte dos casos).

-As figuras internalizadas são transferidas para outras relações. Acontece o tempo inteiro, mesmo que não prestemos atenção. No setting terapêutico, utilizamos como instrumento. 

-Freud descobriu quando percebeu que as pacientes se apaixonavam por ele (amor projetado a partir de relações paternas).

-Não há como evitar a transferência. 

-Transferência é um sinal claro de resistência. 

-Apaixonar-se pode ser uma forma de resistência para não entrar em contato com o que é importante. 

-Pode ser uma transferência positiva ou negativa: positiva tem a ver com amor e a negativa com ódio.

-A histeria não é curada pelo método, mas pela relação que se estabelece.

-A transferência pode ser consciente (verbalizada) ou por atuação (ato / inconsciente).

-Atua o que não consegue simbolizar (atuação com o que não pode ser verbalizado).

-Sempre existe a possibilidade de mudança.

-O que está no inconsciente, já passou pelo consciente e pode retornar, pois é atemporal.

-Se o sentimento é elaborado na terapia, altera também na relação de origem.

-Precisamos do outro para legitimar a emoção.

-A Psicanálise não trabalha exatamente com o que é inato, mas não desconsidera.

-Existem coisas que são disposição e outras que são acaso (sorte).

-Mecanismo de defesa – formação reativa: questão amorosa que encobre o ódio, que não pode ser mostrado (mostra o extremo oposto).

-Regressão: pessoa é adulta, mas volta a ser criança dependendo da situação.

-Transferência como resistência: mais como negativa ou erótica.


-Ambivalência: conter bem e mal (gostar e desgostar).

segunda-feira, 20 de abril de 2015

0

Cronograma de aulas e prazos de Psicologia do Cotidiano

Postado em
Cronograma de aulas e prazos de Psicologia do Cotidiano

20/04/2015: Não haverá aula.

27/04/2015: Não haverá aula.

04/05/2015: Não haverá aula.

05/05/2015: Entrega do segundo relatório parcial e do primeiro relatório parcial corrigido para o representante de sala.

11/05/2015: Não haverá aula.

18/05/2015: Todos os grupos podem comparecer para encontro e entrega dos relatórios das observações.

25/05/2015: Entrega do relatório final, apresentação do trabalho (todos devem comparecer) e entrega das fichas de estágio. Na apresentação e no relatório final (feito no modelo da ABNT), devemos dizer o que o fenômeno causou em nós.

01/06/2015: Avaliação semestral (não haverá prova substitutiva).


Estágio supervisionado: 40 horas

25 horas: observações individuais (exemplo: 1h30 cada uma).

5 horas: registro das observações (exemplo: 20 minutos cada um).

5 horas: elaboração de relatórios parciais e final (exemplo: 1h30 para cada parcial e 2h para o final).

5 horas: preparação e apresentação (exemplo: 3h de preparação e 2h de apresentação).

sábado, 11 de abril de 2015

0

Resumão: Educação Inclusiva

Postado em
Educação Inclusiva

A construção do estigma

-Normal: moda estatística, anatômico-funcional, tipo ideal (protótipo).

-Mecanismos de defesa para manutenção do equilíbrio intrapsíquico por uma fonte de insegurança: ataque (liquidar a ameaça – sacrifício na idade antiga), fuga (abandono direto ou indireto – negar amor) ou superproteção (contrário de afeto).

-Esses mecanismos podem ocorrer por atenuação (poderia ser pior), compensação ou simulação.

-Preconceito: ideia / sentimento.

-Discriminação: generalização / atitude.

-Declaração de Salamanca é escrita e assinada por 88 governos e possui princípios, políticos e práticas para a educação inclusiva.

-Escolas regulares com orientação inclusiva são meios eficazes para combater discriminações, a partir da criação de comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e alcançando educação para todos.

-Aceitar as diferenças: a aprendizagem deve adaptar-se às necessidades de cada criança.

-Incluir significa: abranger (presença), inserir (participação) e implicar (desenvolvimento).

-Transtornos funcionais: TDAH, dislexia. 

-Relações étnico raciais/gênero: homossexualismo, mulher, adolescente em conflito com a lei.


Os fundamentos da educação inclusiva

1. Acessibilidade atitudinal: aceitação das diferenças. 

2. Acessibilidade física, instrumental e comunicacional.

3. Acessibilidade curricular. 

4. Por uma nova pedagogia: sentido da aprendizagem, diversificação de estratégias.

5. Formação do professor. 

6. Avaliação. 

7. Gestão voltada à criação de múltiplos espaços de aprendizagem. 

8. Relação escola X família. 

9. Atendimento educação especial (AEE).

Questionário de estudo

1)         Expor a adequação necessária para o ensino do aluno com deficiência visual.
Locomoção; material; fala clara; descrever o que escreve na lousa; não excluir do grupo.

2)         Explicar a necessidade de observação dos alunos com NEE para a programação das aulas.
Necessidade de intérprete; observar se é de nascença ou não; necessidade de um auxiliar para escrever; professor deve ficar atento se o aluno está indo bem e quais adaptações serão necessárias para melhorar; pensar no que pode fazer para o aluno se desenvolver.

3)         Explicar as principais determinações da Declaração de Salamanca.
Formação do professor; (slide: fundamentos da educação inclusiva); todas as crianças podem e devem estar na escola; devem ser disponíveis de acessibilidade física, atitudinal, visual; recursos da educação especial devem conter na educação regular (contra turno entre professor e auxiliar à AEE à sala de recursos especiais à não precisa ser em toda escola, mas tem que ser próximo); escolas especiais viraram centros de atendimento educacional especializado (CAEE).

4)         Explicar as ações didáticas para sensibilização dos alunos quanto a diversidade.
Escola deve abordar os assuntos (histórias, filmes, palestras). Primeiro a criança tem que identificar quem é e perceber que o outro é igual. O professor tem que ouvir: qualquer situação pode ser educativa.

5)         Relacionar as formas do atendimento da pessoa com deficiência ao longo da história (eliminação – institucionalização – inclusão).
Dependendo da cultura, eram mortas por não corresponderem ao ideal de ser humano da época (abandonadas ou mortas - eliminação) à foram colocadas em silos/hospitais (institucionalização) à integração à inclusão.

6)         Explicar as ações didáticas quanto às relações de gênero.
Respeitar as relações de gênero; orientação aos pais; (resposta 4).

7)         Expor as ações didáticas quanto à deficiência auditiva.
8)         Explicar as ações do gestor para organizar a escola em função da diversidade dos alunos.

9)         Analisar o preconceito e a discriminação na sociedade, a partir do estudo da Lígia Amaral (normal – desvio – estigma) e falar do trabalho que você fez.


10)      Analisar a situação educacional a partir da legislação.