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sábado, 23 de maio de 2015
Narcisismo
-Agressividade não é necessariamente ruim (depende da intensidade em que
acontece).
-Mito de Narciso: se apaixonou
pela própria imagem, sem saber que era ele (investimento em si próprio, sem
perceber que não olha para o outro - inconsciente).
-1910: escolha de objeto dos
homossexuais, que tomam a si mesmos como objeto de desejo.
-No início, o prazer é auto
erótico (criança com o próprio corpo).
-Narcisismo primário: não
investe nos outros objetos; não tem contato definido com a realidade; criança
toma a si mesma como centro do mundo; só vê a realidade a partir dela.
-Importância de manter com a
família (os processos acontecem com esse contato).
-Narcisismo secundário:
estabelece fundamentos de autoestima e coexiste com amor ao objeto; parte da
energia psíquica para fora e parte para dentro (equilíbrio); temos
disponibilidade de investir energia para fora ou para dentro, quando
necessário.
-Histérica tem o eu integrado.
O esquizofrênico não tem.
-Delírio de grandeza, psicose:
narcisismo patológico.
-O delírio de grandeza vem do
narcisismo primário.
-Esquizofrenia: não tem
relacionamento com a realidade externa; investe energia psíquica a si mesmo; não amadurece; volta
ao narcisismo primário, agora patológico.
-Trabalho voluntário: muito
investimento no outro e quase nenhum em si mesmo.
-Na doença orgânica, tira
investimento externo e reverte para interno.
-O hipocondríaco foca no órgão
que o faz sofrer.
-Escolha por apoio: coloca em
outras relações o primeiro objeto de amor (mãe).
-Escolha narcísica: o que
queria ser; parecido comigo; que enfatize minhas qualidades. Não são tão bem
definidas (geralmente homossexual, mas pode ser heterossexual).
-A escolha por apoio é mais
frequente no homem. A mulher tem uma necessidade de amor mais narcísico (quer ser amada).
-A adoção dá certo quando
existe uma extensão narcísica. A escolha por apoio é mais fácil que a narcísica
(complexa/vivência), mas esta tem que existir.
-Extensão narcísica deve
diminuir durante a vida (independência).
-O bebê é o foco quando é o
representante do narcisismo do pai.
-É patológico quando o filho
tem que ser o que o pai não foi (sufocante).
-Ego ideal: adulto projeta
como seu ideal pode substituir o narcisismo. Temos um ideal internalizado
(filho lindo) e isso passa à vida adulta, causando uma constante necessidade de
alcançar este ideal.
-O bebê não estabelece
relações de objeto desde o nascimento. Só com a diferenciação entre interno e
externo / fantasia e realidade.
Resumo da aula de PCom (28/04)
Postado em Psicologia Comunitária
Histórias das políticas públicas no
Brasil.
-Família:
políticas de atendimento.
-Direitos:
sociedade feudal para estado-nação.
-Revolução
francesa: liberdade, igualdade e fraternidade).
- Revolução
francesa influenciou no Brasil (ideais).
-Século
XVIII: Era dos direitos civis (leis - igualdade entre as pessoas).
- Discussão
sobre direitos sociais avançou muito na Europa.
-Século
XIX: Direitos políticos (classe trabalhadora) / direitos sociais.
No Brasil
No Brasil
-Década
de 30: interação do Estado nas relações do trabalho.
-Assistência
social: mais ligada a filantropia / igreja do que ao estado.
- A
igreja fazia trabalho com os pobres (classe trabalhadora) - ricos doavam para
ir ao céu.
-1937:
Estado Novo.
- Estado
Novo: avanço na participação do estado - INPS, caixas de seguridade (saúde -
tinha direito se fosse registrado em carteira, se não, se beneficiavam dos
recursos da filantropia).
-1985-1990:
Nova República.
-Nova
República: SUS (todos têm direito à saúde).
-1988:
LOAS, SUAS, CREAS, CRAS.
- LOAS:
Lei Orgânica da Assistência Social (determina organização do SUAS -SUS-, que se
materializa nos serviços do CRAS e CREAS (trabalho em rede - CAPS, AMAs, UBS,
ONGs). Constituição 1988: constituição cidadã, que sai da filantropia e passa
ao direito.
-Cidadania:
usufruir dos direitos políticos, civis e sociais.
LOAS (1988) - SUAS (1993)
LOAS (1988) - SUAS (1993)
-SUAS:
Proteção básica e proteção social especial.
-SUAS
trabalha com a proteção básica e social especial (só se materializou em 2004 -
PNAS 》CRAS, CREAS). LOAS: trabalho em rede.
-LOAS:
Previdência social, saúde e assistência social.
--LOAS:
Assistência Social como política pública (rompe com a lógica do
assistencialismo / é fruto da reivindicação social).
-LOAS
é inovador, quando:
1) Diferencia
do assistencialismo.
2)
Política de seguridade social voltada para os setores mais vulneráveis da
sociedade.
3)
Estado: centralidade no atendimento. Estado: 3 instâncias controlam (estado,
município e federal).
4)
Sistema descentralização de gestão e participativo (estado e sociedade civil).
-Estado:
federal, municipal e estadual.
-PNAS:
Política Nacional de Assistência Social (2004).
-Funções:
inserção, prevenção, promoção e proteção.
-Política
de inclusão.
Base
organização:
1)
Família.
2)
Descentralização político-administrativa.
3)
Destinação orçamentária (fundo - 3 esferas do governo). Fundo sustenta as ações
LOAS, CRAS, CREAS 》PNAS. RH: legislação específica do funcionalismo público
(concursados - quem trabalha com políticas públicas).
4)
Estado dividido: informação.
5)
Políticas de RH.
-Trabalho
em territorialização: CRAS em cada município/ bairro para identificar
necessidades do grupo / trabalho em rede / desenvolver projetos específicos).
PNAS
》SUAS 》CRAS/CREAS.
-CRAS:
família. Atende o indivíduo dentro da família (vínculos familiares não foram
cortados). Possui um psicólogo, um assistente social e um gestor.
-CREAS:
indivíduos em situação de alta vulnerabilidade (serviços de abrigamento/acolhimento).
Quando já perderam vínculos familiares, em risco, alta vulnerabilidade
social.
sábado, 25 de abril de 2015
Resumo da aula de EI (23/04)
Postado em Educação inclusiva
Perigoso e violento
-Papel
da mídia: narrar, expressa valores, enunciação.
-Adolescência:
período em que o processo psicossociológico de transição entre inf e idd adt
depende das circunstâncias sociais.
Evolução da legislação
1830:
código criminal do império (casas de correção).
1927:
código de menores (efeitos da ausência, tutela do Estado, retirada do Pátrio
Poder).
1979:
novo código de menores (ditadura, doutrina da segurança, FUNABEM, FEBEM).
1990:
ECA (Doutrina da proteção integral - antes de 18 anos é inimputável. Menor não
infrator, em conflito com a lei, merece cuidado e orientação). Medidas
socioeducativas: 1-advertência; 2-reparação de danos; 3-prestação de serviços;
4-L.A. (liberdade assistida); 5-regime de semiliberdade; 6-internação.
-Jornal:
indicador de visão do mundo [2.95 reportagens, 30 cartas/artigos, 271 no
caderno de segurança, 62% crimes(1)/tráfico(4), sistema socioeducativo -
ECA(2), medidas(3)].
-Termos:
menores infratores, delinquentes, pivetes, bandidos, trombadinhas.
Pesquisa do IPEA – 2002
23,3
milhões - adl (15%).
9.555
privados de liberdade.
2,88
para cada 10.000.
7,4
no Espírito Santo.
70%
roubos, furtos.
30%
delitos graves.
Na
imprensa: adolescência.
-Estigma;
prática do ato é algo definitivo; constituição do sujeito-laços; defesa de
rigidez.
Aspectos:
Aspectos:
-Imaturidade,
influência no adt, carentes de controle, imaturos para decidir, indicadores de
potencialidade, caráter de bandido, futuro negado.
Cronograma de Educação Inclusiva
Postado em Educação inclusiva
Cronograma de Educação
Inclusiva
30/04: Texto 13 (AH/S).
07/05: Textos 14 e 15 (medicalização).
15/05: Texto 16 (psico e deficiência).
19/05: Filme.
21/05: Mesa redonda (projeto integrado e deficiência/autismo/bipolar/gênero).
28/05: NP2.
11/06: SUB.
Resumo da aula de TP (22/04)
Postado em Teoria Psicanalítica
-A
Psicanálise oferece um panorama geral do funcionamento psíquico.
-O
quanto antes relatar, menos se perde.
-Sintomas:
tosse nervosa e afonia (não falar) 》paciente Dora.
-Perversão:
na criança, as punções são parciais (uma zona erógena ou outra), tem satisfação
parcial. No adulto, a sexualidade é integrada. Satisfação parcial que tende a
evoluir para integrada.
-Instrumento
que auxilia no alcance do objetivo (técnica).
-Sintoma
é uma forma substitutiva da realização do desejo (também é sexualidade).
-Histéricas
cuidavam de pessoas doentes: isso pode mobilizar emoções (fantasias infantis
inconscientes). É mais fácil de lidar com a morte quando a relação foi boa, se
não, mobiliza o que não foi elaborado (maior parte dos casos).
-As
figuras internalizadas são transferidas para outras relações. Acontece o tempo
inteiro, mesmo que não prestemos atenção. No setting terapêutico, utilizamos
como instrumento.
-Freud
descobriu quando percebeu que as pacientes se apaixonavam por ele (amor
projetado a partir de relações paternas).
-Não
há como evitar a transferência.
-Transferência
é um sinal claro de resistência.
-Apaixonar-se
pode ser uma forma de resistência para não entrar em contato com o que é
importante.
-Pode
ser uma transferência positiva ou negativa: positiva tem a ver com amor e a
negativa com ódio.
-A
histeria não é curada pelo método, mas pela relação que se estabelece.
-A
transferência pode ser consciente (verbalizada) ou por atuação (ato /
inconsciente).
-Atua
o que não consegue simbolizar (atuação com o que não pode ser verbalizado).
-Sempre
existe a possibilidade de mudança.
-O
que está no inconsciente, já passou pelo consciente e pode retornar, pois é
atemporal.
-Se
o sentimento é elaborado na terapia, altera também na relação de origem.
-Precisamos
do outro para legitimar a emoção.
-A
Psicanálise não trabalha exatamente com o que é inato, mas não desconsidera.
-Existem
coisas que são disposição e outras que são acaso (sorte).
-Mecanismo
de defesa – formação reativa: questão amorosa que encobre o ódio, que não pode
ser mostrado (mostra o extremo oposto).
-Regressão:
pessoa é adulta, mas volta a ser criança dependendo da situação.
-Transferência
como resistência: mais como negativa ou erótica.
-Ambivalência:
conter bem e mal (gostar e desgostar).
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Cronograma de aulas e prazos de Psicologia do Cotidiano
Postado em Psicologia do Cotidiano
Cronograma de aulas e prazos de Psicologia
do Cotidiano
20/04/2015: Não haverá aula.
27/04/2015: Não haverá aula.
04/05/2015: Não haverá aula.
05/05/2015: Entrega do segundo
relatório parcial e do primeiro
relatório parcial corrigido para o representante de sala.
11/05/2015: Não haverá aula.
18/05/2015: Todos os grupos podem comparecer para encontro e entrega
dos relatórios das observações.
25/05/2015: Entrega do relatório final, apresentação do trabalho
(todos devem comparecer) e entrega das fichas de estágio. Na apresentação e no
relatório final (feito no modelo da ABNT), devemos dizer o que o fenômeno
causou em nós.
01/06/2015: Avaliação semestral (não haverá prova substitutiva).
Estágio supervisionado: 40 horas
25 horas:
observações individuais (exemplo: 1h30 cada uma).
5 horas:
registro das observações (exemplo: 20 minutos cada um).
5 horas:
elaboração de relatórios parciais e final (exemplo: 1h30 para cada parcial e 2h
para o final).
5 horas:
preparação e apresentação (exemplo: 3h de preparação e 2h de apresentação).
sábado, 11 de abril de 2015
Resumão: Educação Inclusiva
Postado em Educação inclusiva
Educação Inclusiva
A construção do estigma
-Normal: moda estatística,
anatômico-funcional, tipo ideal (protótipo).
-Mecanismos de defesa para
manutenção do equilíbrio intrapsíquico por uma fonte de insegurança: ataque
(liquidar a ameaça – sacrifício na idade antiga), fuga (abandono direto ou
indireto – negar amor) ou superproteção (contrário de afeto).
-Esses mecanismos podem
ocorrer por atenuação (poderia ser pior), compensação ou simulação.
-Preconceito: ideia /
sentimento.
-Discriminação: generalização
/ atitude.
-Declaração de Salamanca é
escrita e assinada por 88 governos e possui princípios, políticos e práticas
para a educação inclusiva.
-Escolas regulares com
orientação inclusiva são meios eficazes para combater discriminações, a partir
da criação de comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e
alcançando educação para todos.
-Aceitar as diferenças: a
aprendizagem deve adaptar-se às necessidades de cada criança.
-Incluir significa: abranger
(presença), inserir (participação) e implicar (desenvolvimento).
-Transtornos funcionais:
TDAH, dislexia.
-Relações étnico
raciais/gênero: homossexualismo, mulher, adolescente em conflito com a lei.
Os fundamentos da educação inclusiva
1. Acessibilidade
atitudinal: aceitação das diferenças.
2. Acessibilidade física,
instrumental e comunicacional.
3. Acessibilidade
curricular.
4. Por uma nova pedagogia:
sentido da aprendizagem, diversificação de estratégias.
5. Formação do
professor.
6. Avaliação.
7. Gestão voltada à criação
de múltiplos espaços de aprendizagem.
8. Relação escola X
família.
9. Atendimento educação
especial (AEE).
Questionário de estudo
1)
Expor a adequação necessária
para o ensino do aluno com deficiência visual.
Locomoção; material; fala
clara; descrever o que escreve na lousa; não excluir do grupo.
2)
Explicar a necessidade de
observação dos alunos com NEE para a programação das aulas.
Necessidade de intérprete;
observar se é de nascença ou não; necessidade de um auxiliar para escrever;
professor deve ficar atento se o aluno está indo bem e quais adaptações serão
necessárias para melhorar; pensar no que pode fazer para o aluno se
desenvolver.
3)
Explicar as principais
determinações da Declaração de Salamanca.
Formação do professor;
(slide: fundamentos da educação inclusiva); todas as crianças podem e devem
estar na escola; devem ser disponíveis de acessibilidade física, atitudinal,
visual; recursos da educação especial devem conter na educação regular (contra
turno entre professor e auxiliar à AEE à sala de recursos especiais à não precisa ser em toda
escola, mas tem que ser próximo); escolas especiais viraram centros de
atendimento educacional especializado (CAEE).
4)
Explicar as ações didáticas
para sensibilização dos alunos quanto a diversidade.
Escola deve abordar os
assuntos (histórias, filmes, palestras). Primeiro a criança tem que identificar
quem é e perceber que o outro é igual. O professor tem que ouvir: qualquer
situação pode ser educativa.
5)
Relacionar as formas do
atendimento da pessoa com deficiência ao longo da história (eliminação –
institucionalização – inclusão).
Dependendo da cultura, eram
mortas por não corresponderem ao ideal de ser humano da época (abandonadas ou
mortas - eliminação) à foram colocadas em silos/hospitais
(institucionalização) à integração à inclusão.
6)
Explicar as ações didáticas
quanto às relações de gênero.
Respeitar as relações de
gênero; orientação aos pais; (resposta 4).
7)
Expor as ações didáticas
quanto à deficiência auditiva.
8)
Explicar as ações do gestor
para organizar a escola em função da diversidade dos alunos.
9)
Analisar o preconceito e a
discriminação na sociedade, a partir do estudo da Lígia Amaral (normal – desvio
– estigma) e falar do trabalho que você fez.
10) Analisar a situação educacional a partir da legislação.
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Trabalho de PPP
II – Métodos
-Sujeitos: quem? Quantos? Onde? Por que? Função; faixa etária; gênero; escolaridade; sócio econômico.
-Instrumentos (coleta de dados e análise de dados): indicar/justificar o instrumento (que tipo de entrevista? Por que entrevista? Segundo quem? Por que observação? Análise de dados por análise de conteúdo); descrever os procedimentos. O roteiro da entrevista deve estar pronto.
-Ressalvas éticas: quais os cuidados éticos?
-Aparatos: materiais utilizados na entrevista e na análise (não entra o roteiro de entrevista, este será citado nos instrumentos da coleta de dados) – gravador, software, caderno de campo etc.
-Cronograma: resultados, discussão e conclusão.
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