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sábado, 17 de maio de 2014
A interação simbólica - George Mead
-Se considera behaviorista social.
-Gênese do selo (eu). Respondo de uma forma individual, mas a origem está na sociedade.
-Sociedade como um processo.
-Indivíduo + sociedade = inter-relacionamento.
-Aspecto subjetivo do comportamento humano.
-Obra: mente, self, sociedade.
1. Sociedade
-Outro significativo (mãe/cuidador/imitamos e internalizamos os valores apresentados).
-Atividade gripal se baseia no comportamento cooperativo.
-Associação humana surge:
A) Percepção das intenções do outro (ação através da percepção).
B) O sujeito constrói sua resposta baseada nas intenções dos outros.
-As intenções são transmitidas através de gestos (internalizados) que se tornam símbolos.
Gestos (sentido comum) → símbolos significantes → adquirem elemento linguístico.
-Significado é coletivo, sentido é individual.
Ato → componente significativo → representa uma atividade mental → coloca-se na oposição da outra pessoa → deve-se identificar com ela.
-Então, comportamento é social (compartilhado de gestos).
-Compreensão à resposta do outro, responde a si mesmo, compartilha da conduta do outro.
-Só vivemos em interação com o outro.
-Comportamento individual age em conjunto com o do grupo.
2. Self
-Interage socialmente e psicologicamente.
-Self: formado por definições dos outros para ver se a si mesmo.
-Imitamos a sociedade (mãe) para a formação do self.
-Self: Eu (impulsivo). Mim / Me (sociedade / outro generalizado → imito gestos diferentes até ter o meu, baseado em todos os outros. Compreende os sentidos generalizados).
3. Mente
-Mente: sistema nervoso central e córtex.
-Cérebro: fundamental para a emergência da mente.
-Sociedade: interação social que usa dos cérebros e forma a mente. Mente usa símbolos significantes.
-Sem interação social, para nada serve o
cérebro.
-Sem o outro, não existiríamos.
-Mead: linguagem media entre indivíduo e sociedade. Sociedade forma o indivíduo. Crítica: não aprofunda em seu trabalho.
-Herbert e Blumer.
→ Valorização dos sentidos
→ Sentidos nascem da interação social.
→ Sentidos são modificados e manipulados através do processo interpretativo.
-Sentidos: definição dos objetos - como são definidos.
Resumo da aula (15/05)
Postado em Fisiologia
Glândula
suprarenal
-São
glândulas endócrinas, localizadas no pólo superior dos rins.
-É
constituída por duas camadas: cortical (tecido mesoderma / produz
três hormônios) e medular (tecido ectoderma / produz dois
hormônios).
-Hormônios
da camada cortical (formados à base de gordura – esteróide):
I)
Mineralcorticóide
-Aldosterona
ou vasopressina: controlam a perda de água e sais minerais
(hidroeletrolítico).
EX:
No caso de uma baixa quantidade de sais minerais, o hipotálamo é
alertado via corrente sanguínea (supervascularizado) e ocorre um
fator de liberação (via corrente sanguínea) para que a
adenohipófise produza ACTH e este estimule a camada cortical da
suprarenal a produzir aldosterona que agirá nos néfrons (rins) para
a reabsorção de água e sais minerais no túbulo contornado distal.
II)
Glicocorticóide
-Costisol/cortisona
(antinflamatório, antialérgico → se utilizar em excesso /
automedicação, pode danificar os néfrons por constantemente
estimulá-lo → causa edema/inchaço por conta da retenção de
líquido).
EX:
Em um caso de alergia, o ACTH estimula a camada cortical da
suprarenal para que seja produzido o cortisol e o problema seja
solucionado.
III)
Sexocorticóide
-Responsável
pelos caracteres sexuais primários (canal vaginal, ovários, pênis,
testículos) e secundários (voz, pelos pubianos, pelos do corpo,
ossos, massa muscular, libido, testosterona, estrógeno,
progesterona).
EX:
Para a formação dos caracteres sexuais, o ACTH estimula a camada
corticasl da suprarenal para que seja produzido o sexocorticóide
(andrógeno).
-Hormônios
da camada medular:
-Um
estímulo externo atinge o córtex, por fibra nervosa ativa o sistema
límbico que dará a emoção. Novamente por fibra nervosa (mesmo
tecido) ativa o hipotálamo e em seguida a camada medular para
produzir adrenalida ou noradrenalina. Sai da camada medular via
corrente sanguínea por ser uma glândula endócrina e age no corpo
todo.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Relatório final de PGE
Postado em Dicas, Psicologia Geral Experimental
-O
trabalho deve ser entregue em formato ABNT, inclusive formatação de
fonte, espaçamento, citações, bibliografia, etc.
-Importante entregar o quanto antes.
-Após a correção, a professora devolverá o trabalho para que este seja postado no sistema como APS.
Relatório
final
I)
Introdução
-Revisão
da literatura. Conceitos:
- Observação em nível operante (o que é o comportamento operante?);
- Modelagem / seleção pelas consequências (controlam / mudam o comportamento) – usamos reforço positivo (o que é?);
- Extinção (o que é? Como funciona?);
- Discriminação operante – treino discriminativo (o que é? Como funciona?).
II)
Método
A)
Materiais (colocar em tópicos todos os materiais utilizados).
B)
Procedimento:
1-
Observação em nível operante (quais comportamentos? Por quanto
tempo?).
2-
Modelagem do comportamento de pressão à barra (aproximações
sucessivas / quais comportamentos?).
3-
Observação do comportamento com a resposta de pressão à barra
reforçada continuamente (CRF – reforçamento contínuo / uma
resposta de pressão à barra = um reforço / quais contingências?).
4-
Extinção do comportamento de pressão à barra (critério
arbitrário: 4 minutos).
5-
Treino discriminativo (o que é? O que acontecia em SD e Sdelta?).
III)
Resultados
A)
Comparação NO e CRF
-Texto
sobre como era o comportamento do rato, modelagem (deve
conter a descrição mais detalhada do que acontece nos gráficos,
dos seus resultados).
-Gráfico.
-Legenda:
figura 1: “título”. / Descrição mais simples.
-Tabela
1.
B)
Extinção da
resposta de pressão à barra
-
Texto que deve conter a descrição mais detalhada do que acontece
nos gráficos, dos seus resultados.
-Gráfico.
-Legenda:
figura 2: “título”. / Descrição mais simples.
-Tabela
2.
C)
Treino
discriminativo
-
Texto que deve conter a descrição mais detalhada do que acontece
nos gráficos, dos seus resultados. Colocar o Índice discriminativo
na descrição pois ele é o critério usado para dizer se o rato
aprendeu a discriminação ou não.
-Gráfico.
-Legenda:
figura 3: “título”. / Descrição mais simples.
-Tabela
3.
IV)
Discussão
-Opinião.
-Comparar
teoria com experimento.
-Gráficos
semelhantes / diferentes.
-Mudança
no ambiente gera mudança no comportamento.
V)
Conclusões
-Resumo
da discussão (fazer junto com a discussão, já que será pequena e
não há como resumir).
VI)
Referências
bibliográficas
-Moreira
e Medeiros.
VII)
Anexos
-Fichas
de registro.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Resumo da aula (07/05)
Postado em Psicometria
1) Erro de estimação: itens que parecem, pela estatística, estar medindo as mesmas coisas.
2) Análise de representação:
A- Consistência interna.
B- Análise fatorial (itens avaliam algo / um fator em comum? Se não for possível generalizar, o teste está errado).
-Correlação positiva: se vai bem em um, vai bem no outro. Estão correlacionados, têm algo em comum.
-Para Spearman, todos os testes cognitivos podiam ser generalizados em 1 fator: fator G (inteligência geral).
3) Análise por hipótese (teoria):
-Validação convergente-discriminante (mostrar que é diferente / diferenciar do outro teste - aplica os 2). Teste e realidade são semelhantes (convergentes) com a teoria.
-Idade.
-Correlação com outros testes.
-Intervenção experimental.
Dificuldades:
-Teoria (muitas críticas).
-Coleta empírica (coletar informações /pesquisa de campo).
-Estatística (calcular).
Resumo da aula (30/04)
Postado em Psicometria
Validade
-Medida deve ser congruente com a propriedade medida no objeto.
-Contexto das ciências psicossociais é fundamental.
- Tem sempre mais de 1 passo.
1° período: 1900-1950 - Validade de conteúdo (é preciso ter uma teoria e construir o teste com base nela - não é mais utilizada)
-Garantida pela teoria e construção do teste.
1) Definição do domínio.
2) Definição do universo.
3) Definição da representatividade de
conteúdo.
4) Construção do teste.
5) Análise teórica dos itens.
2° período: 1950-1970 - Validade de critério (baseada em sintomas - utilizada cada vez menos)
-Fase ateórica: não importa a razão, se as respostas forem de acordo com a realidade, o teste é válido.
-Grau de eficácia do teste em predizer um desempenho/comportamento específico de um sujeito (teste + comportamento).
-O desempenho/comportamento é o critério contra o qual o teste é avaliado.
1) Validade preditiva: prever um comportamento (descompasso de tempo /
tempo depois).
2) Validade concorrente: ao mesmo tempo / aplicação e testagem empírica realizadas simultaneamente.
Mais utilizada para:
-Desempenho acadêmico (aluno bom ou ruim).
-Desempenho em treinamento (seleção).
-Desempenho profissional.
-Diagnóstico psiquiátrico.
3° período: 1970-atualidade - Validade construto (teoria + testagem empírica / conteúdo + critério).
-O teste é válido se mede de fato aquilo a que se propõe a medir.
-Tem uma teoria para o teste e uma teoria
para o resultado.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Resumo da aula (08/05)
Postado em Fisiologia
Glândula tireoide
-Glândula endócrina.
Localização: face anterior da traqueia, mais ou menos 5°/6° vértebra cervical.
Formato:
-Possui: vermis, paratireóide, folículos/ácinos, lóbulos e lobos esquerdo e direito.
-Supervascularizada, aumenta e diminui de tamanho dependendo da situação. Cada lóbulo é constituído de folículos ou bilhões de ácinos (unidade funcional).
-Supervascularizada, aumenta e diminui de tamanho dependendo da situação. Cada lóbulo é constituído de folículos ou bilhões de ácinos (unidade funcional).
Folículo ou ácino
-Possui: gel/colóide, proteína tireoglobulina e células tireoidinas.
-Proteína: cadeia de aminoácidos. Tirosina compõe a tireoglobulina, para produzir T3 e T4.
Hormônios da tireoide
T3: triodotirosina.
T4: tetraiodotirosina ou tiroxina.
T3: triodotirosina.
T4: tetraiodotirosina ou tiroxina.
-Governo colocou iodo no sal de cozinha para evitar que a população tenha problemas/complicações na tireoide.
-Para formar T3 e T4, é necessário iodo, tireoglobulina, TSH (hormônio estimulante da tireoide) e síntese de energia.
-Iodo e TSH chegam no folículo via corrente sanguínea.
Funções da tireoide
-Mexe com todo o metabolismo (todos os órgãos), crescimento (junto com GH).
| Simpático (acelera) | Parassimpático (diminui) | |
| Coração | Taquicardia | Bradicardia |
| Pulmão | Taquipneia | Bradipneia |
| Fígado | Glicogenólise (quebra de glicose) | Bile |
| Rins | Aumento de diurese | Diminuição de diurese |
| Sistema digestório | Diminui a digestão | Aumenta a digestão |
| Sistema nervoso central | Ansiedade, agressividade, agitação, insônia | Tranquilidade, sossego, depressão, sonolência |
| Pele | Oleosa | Seca |
| Glândulas sudoríparas | Sudorese | /-/ |
-Baixo T3 e T4: avisa hipotálamo (supervascularizado) via corrente sanguínea → células neurosecretoras em fator de liberação → enzima vai para a adenohipófise via corrente sanguínea (sistema porta hipofisário) -> TSH vai para a tireoide via corrente sanguínea, produz T3 e T4, sai via corrente sanguínea (glândula endócrina).
-Feedback: equilíbrio entre hipotálamo, hipófise e tireoide (retroalimentação). Pode ser positivo (alta produção hormonal - fator de liberação) ou negativo (baixa produção hormonal - fator de inibição).
Disfunções
-Normalmente ocorrem na hipófise e na glândula alvo, raramente no hipotálamo.
Tireoide: tireoidite (inflamação), nódulos, tumor (câncer), autoimune (a pessoa provoca), stress, hereditário/genético.
Hipófise: inflamação da hipófise, tumor (câncer).
Hipotiroidismo
-Baixo T3 e T4.
-Metabolismo lento (baixo) - aumenta a digestão, mas a quebra é baixa. Acumula células adiposas.
-Bradicardia.
-Bradpneia.
-Come pouco e engorda.
-Não tem sudorese.
-Pele e cabelo secos.
-Cansaço.
-Sonolência.
-Sossegado.
-Tranquilo.
-Entrando no quadro de depressão.
-Qualquer idade e é mais comum nas
mulheres (oscilação hormonal).
-Não tem cura, e sim tratamento (medicação a vida toda).
-Autoimune acontece aqui.
Hipertiroidismo
-Alto T3 e T4.
-Metabolismo alto.
-Taquicardia.
-Taquipneia.
-Come muito e é magra.
-Sudorese alta.
-Cabelo e pele oleosos.
-Agitado.
-Agressivo.
-Ansiedade.
-Insônia.
-Mixedema (globo ocular saltado).
-Não tem cura, e sim tratamento.
Bócio endêmico
-Não tem T3 e T4 na corrente sanguínea. Hipotálamo fator de liberação → adeno TSH → tireoide não produz, já que não tem iodo. Ela atrofia (hipertrofia) → bócio endêmico. Deve tirar a tireoide.
-Sem iodo, não produz T3 e T4. Tireoide tem uma hipertrofia (aumenta), gerando o bócio.
Hipotiroidismo congênito
A mãe tem hipotiroidismo durante a gravidez sem tratar. A criança terá:
-Nanismo (crescimento).
-Cretinismo (não tem o desenvolvimento intelectual).
-Corcunda.
-Língua para fora, queixo proeminente.
-Tem cura se for diagnosticado cedo (até 2 meses), toma T3 e T4 até a tireoide funcionar.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Resumo da aula (07/05)
Postado em Psicologia Construtivista
Período - Operacional concreto ou das operações concretas - 6 a 11/12 anos
-A criança amplia suas capacidades;
-É capaz de entender conceitos e sua capacidade de abstração dá um passo significativo.
-Período marcado pelo início da escolaridade formal e sistemática, onde diminui seu egocentrismo em função da sua sociabilidade;
-Aceitam conselhos;
-Adquire novos amigos, aprende a cooperar;
-No final deste estádio, teremos o início da puberdade;
-Período das operações lógicas e da reversibilidade;
-Pensam por meio de uma lógica indutiva: P (partes) --- G (geral) --> generalização;
-Constroem sua auto-imagem e importam-se com o que pensam sobre si;
-Brincadeiras cedem lugar ao trabalho (escola);
-Desenvolve, algumas vezes, comportamentos agressivos quando ameaçadas. Buscam autonomia, identidade;
-Segundo Freud, esse período é denominado "período da latência";
-A erotização está sublimada e toda a libido está projetada para fora do corpo da criança (desenvolvimento intelectual), volta na puberdade.
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Trabalho de PPP
II – Métodos
-Sujeitos: quem? Quantos? Onde? Por que? Função; faixa etária; gênero; escolaridade; sócio econômico.
-Instrumentos (coleta de dados e análise de dados): indicar/justificar o instrumento (que tipo de entrevista? Por que entrevista? Segundo quem? Por que observação? Análise de dados por análise de conteúdo); descrever os procedimentos. O roteiro da entrevista deve estar pronto.
-Ressalvas éticas: quais os cuidados éticos?
-Aparatos: materiais utilizados na entrevista e na análise (não entra o roteiro de entrevista, este será citado nos instrumentos da coleta de dados) – gravador, software, caderno de campo etc.
-Cronograma: resultados, discussão e conclusão.
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